Fecho de balcões CGD: "Não há sol na eira e chuva no nabal"

Miguel Sousa Tavares é da opinião que o encerramento de balcões da Caixa Geral de Depósitos é um passo natural no sentido de estancar prejuízos.

© Global Imagens
Economia Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares fez esta noite de segunda-feira um comentário sobre o plano estratégico negociado com Bruxelas para a Caixa Geral de Depósitos (CGD), que envolve o fecho de 180 balcões e despedimentos de mais de dois mil funcionários.

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“É evidente que, por um lado, temos a coesão territorial, já fechamos demasiados serviços públicos em demasiados sítios”, começou por dizer. No entanto, refere, “as pessoas têm que perceber que não há sol na eira e chuva no nabal”.

“Não se pode, por um lado, exigir que a Caixa estanque os prejuízos que os contribuintes vão ter de pagar agora e, por outro lado, que não feche balcões nem dispense pessoas”, sustentou.

Miguel Sousa Tavares esclareceu, ainda, que “a banca, com todos os serviços bancários online, tem pessoal excedente” e recordou que vários bancos internacionais optaram pela dispensa de pessoal para colmatar prejuízos.

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