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Estado adia eleição dos órgãos sociais da Parpública

O Estado adiou a eleição de órgãos sociais prevista para a assembleia-geral da Parpública que hoje se realizou, de acordo com um comunicado publicado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Estado adia eleição dos órgãos sociais da Parpública
Notícias ao Minuto

19:59 - 29/05/20 por Lusa

Economia Parpública

Na nota, a empresa realçou que só foram votados seis pontos dos oito previstos.

"Relativamente aos pontos 7 e 8 da ordem dos trabalhos, relativos à eleição dos membros da Mesa da Assembleia Geral e do Conselho de Administração, para o mandato 2020 -- 2022, e à fixação do respetivo regime remuneratório, foi deliberado pelo acionista [Estado] que a eleição se fará em momento posterior", referiu a Parpública, sem adiantar datas.

Na reunião de hoje, o acionista único aprovou "o relatório de gestão apresentado pelo Conselho de Administração e as contas consolidadas e separadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, bem como o relatório de sustentabilidade do grupo".

Além disso, o Estado deu 'luz verde' ao relatório do governo societário relativo ao ano passado e à "proposta apresentada pelo Conselho de Administração para que o resultado líquido, no montante de 23.273.249,98 euros, seja mantido em resultados transitados".

Na reunião, o Estado aprovou "um voto de confiança no Conselho de Administração e em cada um dos seus membros, bem como no Revisor Oficial de Contas".

Foi ainda deliberada favoravelmente a "declaração apresentada pelo Conselho de Administração relativa à política remuneratória dos membros dos órgãos de Administração e Fiscalização" e o plano de atividades investimento e orçamento para 2020 da empresa pública.

O grupo Parpública teve lucros de 138,8 milhões de euros em 2019, quase o dobro dos 70 milhões de euros de 2018, divulgou em comunicado ao mercado, no dia 01 de maio.

No relatório e contas divulgado, a Parpública disse que "o ano de 2019 foi globalmente bastante positivo", com "todos os segmentos de atividade a apresentarem uma evolução positiva" pelo terceiro ano consecutivo.

Em 2019, o grupo reduziu a dívida financeira consolidada, sendo que no final do ano o endividamento das empresas do grupo situava-se em 3.421 milhões de euros, menos 830 milhões de euros face a 2018.

"Como é natural e vem acontecendo nos anos anteriores, a redução do endividamento ocorreu essencialmente na 'holding', cuja dívida financeira diminuiu 750 milhões de euros. Também as empresas do segmento das águas prosseguiram o seu esforço de redução da dívida, a qual registou uma quebra de 66 milhões de euros. Ainda assim, a dívida do grupo continua concentrada na Parpública e nas empresas do Grupo AdP [Águas de Portugal]", lê-se no relatório e contas.

No universo da Parpública estão, por exemplo, Águas de Portugal, Imprensa Nacional Casa da Moeda INCM), Simab (grupo de mercados abastecedores), Companhia das Lezírias (exploração agrícola) ou Baía do Tejo e Estamo (promoção imobiliária).

Detém ainda 50% da companhia aérea TAP, 44,89% do capital da distribuidora de papel Inapa e é acionista da petrolífera Galp (segundo maior acionista, a seguir à Amorim Energia, com mais de 7% do capital).

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