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As marcas já não querem só fidelidade, querem também amor. Sim, amor

As marcas estão mais preocupadas com a presença digital e preferem construir uma relação de longo prazo com o cliente.

As marcas já não querem só fidelidade, querem também amor. Sim, amor

A altura em que o importante era conquistar um cliente para comprar um determinado produto já passou, porque agora as marcas querem mais do que isso: o amor dos consumidores. Pelo menos é nisto que um grupo de startups influentes acredita.

Bloomberg conta a história da vendedora de malas Away, que convida os clientes a passarem por uma espécie de fila de controlo de segurança no aeroporto. Isto, para mostrar que "o modelo tradicional de compra e venda já não serve", refere a publicação, citando Americus Reed, professor de marketing da Wharton School, da Universidade da Pensilvânia. Até porque as gerações mais jovens, que cresceram com a Internet, exigem este tipo de interação. 

Outro dos exemplos apresentado pela agência de notícias é o da Hims, uma startup de produtos para homens, que acredita que uma venda de curto prazo tem menos prioridade do que a construção de um relacionamento de longo prazo com o cliente.

"É tão fácil construir uma marca - basta criar um site e colocar anúncios no Instagram - que acho que construir uma confiança profunda com os clientes envolve muito mais do que isso", referiu Andrew Dudum, fundador da Hims.

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