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Empresa espanhola quer investir 22 milhões em quatro fábricas em Beja

Uma empresa espanhola quer instalar quatro fábricas em Beja, num investimento total de 22 milhões de euros e que poderá criar mais de 130 postos de trabalho, revelou hoje à agência Lusa o presidente do município.

Empresa espanhola quer investir 22 milhões em quatro fábricas em Beja
Notícias ao Minuto

10:36 - 25/10/18 por Lusa

Economia Investimento

A instalação das fábricas na Zona de Acolhimento Empresarial da Horta de São Miguel, que vai "nascer" na área de expansão norte do parque industrial da cidade, está prevista num protocolo de investimento assinado entre o município e a empresa Fábulas Relevantes, explicou Paulo Arsénio.

Segundo o presidente da Câmara de Beja, a empresa "assegura, em primeiro lugar e, para já, unicamente", a instalação de uma primeira fábrica para produção de massas frescas, num investimento de quatro milhões de euros e que poderá criar, no mínimo, 22 postos de trabalho.

A primeira fábrica deverá começar a ser construída durante o primeiro trimestre de 2019 e começar a funcionar em 2020, disse, referindo que, em função da obtenção de financiamento, através de várias candidaturas submetidas, a empresa prevê instalar mais três unidades industriais, num investimento de 18 milhões de euros e que poderá criar até 115 postos de trabalho.

A concretizar-se, a segunda fábrica será de torrefação e moagem de café, deverá implicar um investimento de quatro milhões de euros e poderá criar entre 22 e 25 postos de trabalho.

As terceira e quarta fábricas, que "estão intrinsecamente ligadas", ou seja, "dificilmente teremos" uma sem a outra, servirão para produzir malte e cerveja, deverão implicar um investimento de 14 milhões de euros e poderão criar entre 80 e 90 postos de trabalho.

O município "aguarda" que os investimentos nas quatro fábricas "possam concretizar-se", mas, caso não avancem, Beja ficará, pelo menos, com a unidade para produção de massas frescas, frisou.

Para já, a autarquia vai vender dois lotes de terreno à empresa para a instalação da primeira fábrica, que está "assegurada", e poderá vender até oito lotes, numa área total de 15 mil metros quadrados, "em função das necessidades" e caso se concretizem as intenções de investimento e avancem as instalações das restantes três fábricas.

A empresa só vai comprar os restantes lotes à medida das necessidades e da confirmação dos investimentos e o município colocará de novo os lotes à venda se as intenções de investimento nas restantes três fábricas não se concretizarem, explicou.

Em função das fábricas que vier a instalar, a empresa espanhola irá comprar os lotes que precisar ao preço estabelecido e suportar 15% dos custos de infraestruturação do total de lotes que adquirir.

Segundo Paulo Arsénio, o município já tem o visto do Tribunal de Contas para avançar com a obra de infraestruturação da Zona de Acolhimento Empresarial da Horta de São Miguel, que deverá arrancar "em breve", num investimento de 1,8 milhões de euros.

A câmara espera que seja aprovada a candidatura que apresentou para obter um cofinanciamento comunitário de 85% do valor total da obra, um projeto que transitou do anterior executivo liderado pela CDU.

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