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Francisco J. Marques aborda noitada: "No FC Porto não há pena de morte"

Diretor de comunicação e informação do FC Porto diz, no entanto, que os quatro jogadores envolvidos têm consciência que haverá consequências.

Francisco J. Marques aborda noitada: "No FC Porto não há pena de morte"

Francisco J. Marques garantiu, esta terça-feira, que a polémica protagonizada pelos quatro jogadores do FC Porto que não respeitaram o recolher obrigatório será resolvida de forma interna. O diretor de comunicação e informação portista destaca que haverá consequências para Uribe, Luis Díaz, Marchesín e Saravia, mas também sublinha que "no FC Porto não existe pena de morte"

"Em relação à polémica, não vale a pena fugir dela. A polémica existiu e foi muito hiperbolizado o que aconteceu. O mundo está diferente com as redes sociais e com a circulação de informação de forma quase instantânea. As coisas circulam muito depressa, mas há coisas que não mudam. E uma das coisas que não muda é a forma como o FC Porto trata destes assuntos. Estamos a falar de um tema interno que será resolvido e decidido internamente, por mais que reclamem para que se façam comunicados. Este assunto será decidido internamente como tem que ser, não tem de ser na praça pública. E assim o será", começou por dizer Francisco J. Marques, no programa Universo Porto, emitido pelo Porto Canal, prosseguindo. 

"Os jogadores sabem em consciência, nem de outra forma poderia ser, que uma coisa destas tem consequências, mas também têm noção de que no FC Porto não existe pena de morte. O que aconteceu resume-se a isto e não vale a pena perder mais tempo com o caso. Haverá decisões internas que serão tomadas e que ficarão dentro da família do FC Porto e dentro do grupo de trabalho", garantiu o diretor de comunicação e informação do FC Porto. 

Recorde-se que a polémica em questão foi motivada pela presença de Luís Díaz, Marchesín e Saravia na festa de aniversário da mulher de Uribe realizada na casa do médio colombiano na noite da passada sexta-feira. Os quatro jogadores não respeitaram o recolher obrigatório (23 horas) estipulado pelo regulamento interno do FC Porto e acabaram por ser riscados da convocatória para o jogo com o Boavista realizado no passado domingo. 

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