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"Qualquer treinador gostaria de ter um Daniel Bragança na equipa"

Alexandre Santos analisa, em exclusivo ao Desporto ao Minuto, as hipóteses que, não só o médio emprestado ao Estoril, como também Thierry Correia, Gonzalo Plata e Pedro Mendes terão de vingar na equipa principal do Sporting.

"Qualquer treinador gostaria de ter um Daniel Bragança na equipa"
Notícias ao Minuto

08:39 - 22/08/19 por Carlos Pereira Fernandes 

Desporto Alexandre Santos

Alexandre Santos orientou a equipa de sub-23 do Sporting na temporada transata, e não duvida que Marcel Keizer tem, neste momento, ao seu dispor, “valores” que podem muito bem vir a ser real opção, se não no imediato, pelo menos num futuro próximo.

Começando por Thierry Correia, que aproveitou as lesões de Bruno Gaspar, Stefan Ristovski e Valentin Rosier para agarrar a titularidade, o agora técnico-adjunto de Rui Almeida no Caen assegura que “tem todas as condições para ser o lateral-direito do Sporting”.

“Agora, não se pode é fazer o que por vezes é feito, que é pensar que o Thierry já tem que estar pronto, ser o melhor e não errar, e que, se isso acontecer, já não presta”, avisa o treinador lisboeta, que faz o paralelismo com a situação vivida por Nuno Tavares no Benfica.

“A discussão já é se o André Almeida vai ou não jogar, mas a verdade é que há todas as condições para fazer crescer o jogador, que terá o seu espaço. Será que o Sporting vai fazer a mesma coisa ao Thierry? Ou, como muitas vezes tem acontecido, quando errar, vão dizer que já não é jogador para o Sporting e é emprestado?”, questiona.

Daniel Bragança

Outra das opções que deu que falar durante a pré-época foi Daniel Bragança, que acabou por ser emprestado ao Estoril. Alexandre Santos, que também conta com uma passagem pelos canarinhos no currículo, vê já “um grande jogador português”.

“Acho que tem todas as qualidades para poder singrar num clube grande como o Sporting. Para mim, tem uma coisa fantástica, que é a inteligência de jogo. A inteligência, a forma como consegue sair dos problemas com a maior das naturalidades, constrói, trabalha para a equipa, tem qualidade individual, técnica fantástica e uma capacidade de entrega ao jogo muito grande”, analisa.

Alexandre Santos compara mesmo o médio de 20 anos a João Moutinho, “por aquela maneira de estar em todo o lado e de gostar de ter a bola. É um jogador inteligentíssimo. Qualquer treinador gostaria de ter um Daniel Bragança na equipa”.

“Há uma coisa que prezo muito num jogador, que é quando nós queremos algo, explicamos e ele faz. Há muitos jogadores que querem fazer e não conseguem. E há aqueles que fazem, porque são inteligentes. Tudo aquilo que um treinador pede para determinado tipo de jogo ou circunstância, ele consegue interpretar. É fantástico, jogando mais atrás, mais à frente... Ele percebe tudo isso. Vejo no Daniel Bragança coisas que não são fáceis de encontrar num jogador”, refere.

Gonzalo Plata

Passamos, então, a bola para Gonzalo Plata. O avançado de apenas 18 anos, que chegou a Alvalade proveniente do Independiente del Valle, deu nas vistas durante a pré-temporada e mereceu, ainda esta semana, a sua primeira chamada à seleção principal do Equador.

O jovem surpreendeu Alexandre Santos “bastante positiva”, uma vez que, esclarece o treinador, “é um jogador forte do ponto de vista individual e técnico, mas também de capacidade de colocar isso em prática em jogo”.

“O que me surpreendeu foi a qualidade dele em jogo, e isso revela-se nos melhores jogadores, quando, em jogo, são muito melhores do que são nos treinos. Lembro-me que o Gonzalo Plata fez dois ou três jogos no final connosco, a subir claramente de forma de jogo para jogo. Até mais do que aquilo que conseguia colocar em prática em treino, o que é muito bom sinal”, recorda.

Pedro Mendes

A terminar, Pedro Mendes, avançado de apenas 20 anos que, na última temporada, assinou um total de 18 golos nos 34 jogos nos quais participou ao serviço da equipa de sub-23, e que agora vê uma ‘nesga’ no plantel principal, face à saída de Bas Dost para o Eintracht Frankfurt.

Alesandre Santos lembra que “o ponta-de-lança português tem sempre vida mais difícil em Portugal”, mas diz-se certo de que o minhoto “vai ser ponta-de-lança, certamente, no futebol profissional. Se não for no Sporting, será noutro sítio”.

“Gostei muito do Pedro Mendes, tive uma excelente relação com ele. Acho que percebeu perfeitamente o que eu gostava de ter num ponta-de-lança, e isso deu-lhe a possibilidade de jogar tanto e de ter feito o que fez na última metade da época. Ele tem qualidades incríveis do ponto de vista coletivo”, afirma.

“Consegue dar à equipa uma capacidade de pressão enorme, e conseguiu aproveitar o espaço dos sub-23 no ano passado, para mostrar outras valências, como a capacidade de segurar a bola e de finalizar. Agora, as exigências de uma equipa A são muito grandes...”, ressalva.

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