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Revolução (quase) total na defesa do FC Porto. Afinal quem fica?

Três defesas terminam contrato já esta temporada, outros três em junho de 2019, sendo que Alex Telles e Ricardo Pereira estão a ser altamente cobiçados pelos tubarões europeus e ainda há a 'questão' Maxi Pereira.

Revolução (quase) total na defesa do FC Porto. Afinal quem fica?
Notícias ao Minuto

08:22 - 17/05/18 por Ricardo Santos Fernandes 

Desporto Análise

A defesa do FC Porto é uma verdadeira incógnita para a próxima temporada. O eixo central oferece as maiores dúvidas, visto que Iván Marcano e Diego Reyes terminam contrato em junho e a continuidade da dupla hispano-mexicana ainda permanece presa num enorme impasse.

Na mesma posição, mas já com futuro delineado, encontra-se Yordan Osório, que chegou no mercado de inverno proveniente do Tondela. O empréstimo com o clube beirão termina igualmente em junho e os 72 minutos que jogou com a camisola do FC Porto (diante do Belenenses) não convenceram a SAD azul e branca em 'agarrar' o gigante venezuelano.

Todavia, a 'peste' das incertezas alastra-se também às laterais do FC Porto, visto que os dois titulares dos dragões - Alex Telles e Ricardo Pereira - estão a ser altamente cobiçados por clubes estrangeiros.

Ainda esta quarta-feira, o Daily Mail escreveu que o lateral português está cada vez mais perto do Leicester, apesar de Manchester United e Tottenham estarem atentos à situação do jogador de 24 anos. Com uma cláusula de rescisão fixada nos 37,5 milhões de euros, os foxes pretendem adquirir o passe do jogador do FC Porto por uma verba mais baixa e podem colocar algumas cláusulas para baixaram o valor imediato a pagar por Ricardo Pereira.

Porém, as dúvidas aumentam se olharmos também para as 'segundas' opções nas alas do FC Porto. Na esquerda, Diogo Dalot, uma das jovens promessas dos dragões, contabilizou esta época na equipa principal oito jogos e três assistências, mas o jogador de 19 anos é mais um dos atletas a termina contrato em junho de 2019.

Quem também entra nas contas da SAD portista é Maxi Pereira. O internacional uruguaio pertence à extensa lista dos jogadores que terminam contrato no próximo ano e que possivelmente não terá renovação em cima da mesa, por dois motivos: o primeiro deve-se à idade do jogador - 33 anos - e o segundo está relacionado com o elevado ordenado do jogador. O sul-americano deverá então cumprir a última época de dragão ao peito, sendo que não está descartada uma saída já neste mercado de verão.

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