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  • 24 AGOSTO 2019
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Descubra algumas das caricatas proibições do Estado Novo

O autor António Costa Santos compilou, em livro, um total de 20 proibições que vigoraram durante o Estado Novo.

Era proibido uma mulher entrar numa igreja de cabeça descoberta - As mulheres não podiam entrar nas igrejas com a cabeça destapada e os homens tinham obrigação oposta. A regra tem mais de 2 mil anos e foi defendida por S. Paulo que determinou que a “cabeça simboliza uma hierarquia que desce de Deus para Cristo, de Cristo para o homem e do homem para a mulher; e o homem é a cabeça da mulher”.

Que no Estado Novo era proibido criticar António de Oliveira Salazar e que havia determinados cantores que não se podia ouvir e escritores que não se podia ler, todos sabemos.

Porém, as interdições impostas no tempo da 'Velha Senhora' foram muito mais além da atitude de abafar as vozes críticas.

Existiram proibições que tinham um impacto direto na vida social de cada português e naquela que era a sua intimidade.

Por exemplo, sabia que uma professora primária precisava da autorização do Estado para poder casar e que não o podia fazer com alguém que auferisse um salário inferior ao seu?

Mas isto não é tudo. Naquela época, quem quisesse andar de bicicleta precisava de ter uma licença para o efeito, um 'modus operandi' que se aplicava também à utilização de isqueiros.

Estes são apenas alguns dos 20 exemplos a que António Costa Santos dá destaque no seu mais recente livro 'Era Proibido'. Veja alguns exemplos na galeria acima. 

Notícias ao MinutoLivro está à venda por 13 euros© Guerra e Paz

Editada pela Guerra e Paz, a obra é um verdadeiro regresso ao passado que permite à geração que não vivenciou o Estado Novo ter uma pequena perceção de como a vida era limitativa naquela época.

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