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"Não é pelas 35 horas que há dificuldades nos serviços públicos"

Secretário-geral da UGT dá o seu parecer sobre a reunião com o Governo, após a apresentação do Orçamento de Estado aos parceiros sociais.

"Não é pelas 35 horas que há dificuldades nos serviços públicos"
Notícias ao Minuto

15:24 - 18/10/16 por João Oliveira

Economia UGT

Em Lisboa, na sequência da reunião com o Governo, Carlos Silva deu o seu parecer sobre o Orçamento de Estado, que foi hoje apresentado aos parceiros sociais.

Mesmo admitindo que este é "um Orçamento um pouco aquém daquilo que são as expectativas da UGT", o secretário-geral não menosprezou as "medidas positivas" que nele estão incluídas, nomeadamente "o rigor das contas públicas execução e consolidação orçamental".

Porém, há ainda matérias que preocupam a UGT, sobretudo ao nível da Administração Pública. "Que os funcionários públicos continuam a suportar uma carga importante e relevante daquilo que são os constrangimentos, é verdade", afirmou Carlos Silva.

O porta-voz da central sindical aplaude a aposta do Governo na "em valorizar a discriminação positiva para o interior", mas lembra que, para isso, é preciso ter em conta a necessidade de implementar serviços públicos à altura. 

"O abaixamento do IRC para empresas que se fixem no interior, isso é importante do ponto de vista global se entendermos que esta matéria poderá ajudar a fixação de empresas, pessoas, criação liquida de emprego e uma valorização do interior. Mas, para que isso aconteça, é preciso serviços públicos de proximidade: repartições de finanças, escolas, centros de saúde, etc", sustentou.

Neste sentido, Carlos Silva lamenta as contínuas críticas feitas pela "população e muitos comentadores das redes sociais que dizem mal da função pública", lembrando que são os trabalhadores da Função Pública os encarregues pelas entidades anteriormente referidas.

Isto leva o secretário-geral da UGT a concluir que "não é pelas 35 horas que há dificuldades nos serviços públicos, mas sim pelo facto de o Estado ainda não ter conseguido criar uma análise aprofundada” para apurar “onde é que há funcionários a mais e a menos”. "E esse trabalho ainda não está feito", acrescentou por fim.

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