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'Fé, caridade e esperança' de Horváth estreia em Lisboa no dia 1 de junho

A peça 'Fé, caridade e esperança', do alemão Ödön von Horváth, com direção de Tónan Quito, estreia-se a 01 de junho na Sociedade Guilherme Cossul, em Lisboa.

'Fé, caridade e esperança' de Horváth estreia em Lisboa no dia 1 de junho
Notícias ao Minuto

17:30 - 19/05/17 por Lusa

Cultura Teatro

Na Guilherme Cossul, onde a peça será representada até 04 de junho, o espetáculo será representada pelo Grupo de Interpretação Criativa.

Tónan Quito decidiu há um ano fazer esta peça que já tinha sido alvo de um estudo quando frequentava o conservatório e agora surgiu a possibilidade de a pôr em cena com três companhias, numa coprodução com o Teatro Municipal Maria Matos, disse o próprio à agência Lusa.

Acrescentou tratar-se de uma peça curta e simples, que gira em torno de Elisabeth, uma mulher que vive uma situação financeira desesperante e que para tentar ultrapassar a situação vai ao instituto de anatomia para tentar vender o seu cadáver.

Apesar de não conseguir vender o cadáver, Elisabeth consegue obter um empréstimo para sanar a situação financeira em que se encontra, mas a partir daí a sua vida é uma sucessão de desencontros e azares que leva a que Elisabeth se suicide.

"Esta peça é uma verdadeira dança da morte", disse Tónan Quito.

Segundo o diretor, a peça acaba também por ter "algum paralelismo" com o tempo de crise que se viveu recentemente em Portugal.

No auditório Fernando Pessa, no Espaço Municipal da Flamenga, em Chelas, a peça vai estar em cena pelo Gesto -- grupo de teatro, de 15 a 18 de junho, enquanto o grupo de teatro Pano Cru levará a peça ao espaço A promotora, no Largo do Calvário a Alcântara, de 29 de junho a 02 de julho.

"Fé, caridade e esperança" é um regresso de Tónan Quito a Ödön von Horváth depois de ter encenado "Histórias do bosque de Viena".

Tónan Quito regressou a este dramaturgo alemão natural da Áustria-Hungria por ele abordar temas sociais e histórias de pessoas "aparentemente simples".

"E porque a protagonista se suicida e porque gosto de anti-heróis", referiu.

Com Filipa Matta, Miguel Loureiro, Marco Mendonça e Carla Galvão, a peça conta ainda com interpretações de atores do Grupo de Interpretação Criativa, do Gesto -Grupo de Teatro e do Grupo de Teatro - Pano Cru.

A cenografia é de F. Ribeiro, o desenho de luz de Daniel Worm, a música de Simão Costa e o apoio à dramaturgia de Rui Catalão. Os figurinos são de José António Tenente.

De 07 a 09 de julho, a peça vai estar em cena no Auditório da Junta de Freguesia da Campanhã, no Porto, cuja autarquia local é outra das coprodutoras do espetáculo.

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