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Bloco "em grande convergência" com PCP pelo aumento do salário mínimo

A coordenadora do BE, Catarina Martins, assumiu sexta-feira estar "em grande convergência com o PCP pelo aumento do salário mínimo nacional", considerando que apesar de 600 euros ser o desejável, 580 euros estão garantidos em janeiro de 2018.

Bloco "em grande convergência" com PCP pelo aumento do salário mínimo
Notícias ao Minuto

06:25 - 16/09/17 por Lusa

Política Campanha

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À margem de uma ação de pré-campanha para as eleições autárquicas, na sexta-feira à noite, nas Festas da Moita, distrito de Setúbal, Catarina Martins foi questionada sobre a posição assumida esta semana pelo líder comunista a propósito da necessidade de "continuar a avançar e não a parar e recuar" na questão do salário mínimo nacional porque 600 euros não é irrealista.

"Não baixamos a fasquia. Aliás, obrigámos a inscrever no acordo com o PS que aumentava todos os anos", adiantou a coordenadora do BE, assegurando que o partido está "em grande convergência com o PCP pelo aumento do salário mínimo nacional".

O BE, segundo Catarina Martins, considera que "o salário mínimo já devia estar nos 600 euros há muito tempo".

Contudo, recordou Catarina Martins, os bloquistas fizeram com o PS "um acordo de mínimos que têm de ser cumprido pelo Governo durante esta legislatura".

"A posição do BE é que 600 euros seria o desejável, o mínimo que está no acordo que nós assinamos com o PS é 580 euros em janeiro de 2018. Portanto, no mínimo isso será. Se for mais, o BE cá está para apoiar essa reivindicação", prometeu.

Os próprios sindicatos e os trabalhadores, assegurou Catarina Martins, terão "o BE a seu lado" nessa luta.

"Foi muito importante que o BE tivesse posto mínimos no acordo porque hoje as pessoas veem que se não fossem esses mínimos talvez não tivesse subido", recordou.

Na quinta-feira, o secretário-geral do PCP defendeu que "o ritmo" do Governo não está a ajudar à valorização do trabalho em Portugal, mas insistiu que 600 euros de salário mínimo nacional "não é irrealista".

"É preciso continuar a avançar e não a parar e recuar", realçou Jerónimo de Sousa, reconhecendo que, nessa estratégia, a ajuda do BE terá a devida influência.

"Não estou a ver o Bloco ser contra esta proposta, mas, se baixa a fasquia, o próprio poder negocial fica altamente condicionado", concluiu o comunista.

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