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Presidente da VINCI "devia saber que em Portugal há um Estado de direito"

O comentador político Miguel Relvas defendeu que “Portugal não é um país de terceiro mundo”.

Presidente da VINCI "devia saber que em Portugal há um Estado de direito"
Notícias ao Minuto

08:50 - 16/05/24 por Notícias ao Minuto

Política Aeroportos

O antigo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas criticou, na quarta-feira, as palavras do presidente da VINCI, José Luís Arnaut, que terá alertado, numa reunião privada, que faltam anos até que o novo aeroporto de Lisboa comece a ser construído.

"Portugal não é um país de terceiro mundo. O presidente da VINCI é francês, é europeu, devia saber que em Portugal há um Estado de direito, há regras", começou por dizer Miguel Relvas, em declarações na mesma cadeia televisiva.

Nesse mesmo espaço, assegurou que o caso é "inaceitável" e acenou com uma chamada ao Parlamento de José Luís Arnaut, "para ter a coragem de vir dizer em público aquilo que se soube duma reunião secreta com investidores porque se apanhou a ata".

"Imagine que era uma empresa portuguesa em França e o presidente português dessa empresa portuguesa ia fazer uma reunião em França e dizia isto sobre o poder decisório político dos franceses. O escândalo e as consequências que se tirariam", teorizou ainda o antigo ministro e comentador político, para quem "a VINCI tem que tirar consequências" e "o Governo português tem que ser muito claro e muito objetivo".

No mesmo espaço televisivo, que partilha com o socialista Álvaro Beleza, Miguel Relvas defendeu ainda que o novo aeroporto devia chamar-se Mário Soares, e não Luís de Camões, como está previsto. " Nos 50 anos do 25 de Abril seria uma justa homenagem", considerou.

Leia Também: PAN considera solução do novo aeroporto "ambientalmente desastrosa"

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