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PS e a direita "têm cadastro a alimentar a economia de privilégio"

A coordenadora bloquista, Catarina Martins, defendeu que, em matéria de fundos comunitários, o BE "tem currículo na defesa do povo", enquanto o PS e a direita "têm cadastro a alimentar a economia de privilégio".

PS e a direita "têm cadastro a alimentar a economia de privilégio"

Na quinta-feira à noite, na chegada da caravana da campanha autárquica do BE a Torres Novas - onde a antiga deputada e vereadora Helena Pinto é recandidata à câmara - Catarina Martins apontou o dedo ao PS e aos partidos de direita em relação a uma das discussões que tem animado esta corrida eleitoral: o Programa de Recuperação e Resiliência.

"Quando se decidir o que se vai fazer com os milhões do Programa de Recuperação e Resiliência, quando se decidir se os milhões são no interesse do povo ou para uma elite privilegiada, o Bloco de Esquerda tem currículo na defesa do povo e o Partido Socialista e a direita têm cadastro a alimentar essa economia de privilégio que tem vindo a retirar recursos ao nosso povo", acusou, na intervenção no comício.

É por isso mesmo, na perspetiva da líder do BE, que "é tão importante a escolha" nas eleições autárquicas de 26 de setembro.

"Se conhecem o Bloco de Esquerda e a forma intransigente como defende este povo, conhecem também o que tem sido o Partido Socialista, o que tem sido a direita a lidar com o privilégio e com o poder económico, a forma como deixaram que a habitação ficasse entregue ao mercado, que os carros fossem a única forma de as pessoas se deslocarem, como fecharam os olhos a quem polui, a quem põe em causa a saúde, o ambiente", comparou.

A coordenadora do BE recordou que, no próximo mandato autárquico, cujos elencos governativos vão sair destas eleições, "as autarquias vão ser parte da decisão do que se faz a 60 mil milhões de euros, entre quadro comunitário de apoio, política agrícola comum, Programa de Recuperação e Resiliência".

"O que eu pergunto a qualquer pessoa aqui em Torres Novas e em todos os concelhos deste país é qual a força política que vai defender este povo que vive do seu trabalho na altura de fazer escolhas", questionou.

Na ótica de Catarina Martins, "em todo o país não há ninguém que duvide que o Bloco de Esquerda é essa força determinada, capaz de enfrentar o privilégio em nome do interesse do povo que trabalha".

"E é para isso que nos apresentamos nestas eleições", frisou.

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