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Mais de 200 farmácias recolhem fármacos para apoiar utentes de 100 IPSS

Mais de 200 farmácias de todo o país vão recolher, no sábado, medicamentos para distribuir pelos utentes de 100 instituições de solidariedade social, no âmbito do programa Banco Farmacêutico, que em nove anos doou 82 mil fármacos.

Mais de 200 farmácias recolhem fármacos para apoiar utentes de 100 IPSS
Notícias ao Minuto

13:58 - 15/02/18 por Lusa

País Banco Farmacêutico

A Jornada de Recolha de Medicamentos, que visa unir a sociedade no apoio aos mais necessitados, assinala este ano dez anos e pela primeira vez decorrerá em todos os distritos de Portugal continental, disse hoje à agência Lusa a porta-voz do Banco Farmacêutico, Ana Formigal.

Entre as 09:00 e as 19:00 de sábado, 600 voluntários vão recolher nas 230 farmácias aderentes medicamentos não sujeitos a receita médica e produtos de saúde que serão depois distribuídos pelos "milhares de utentes" apoiados pelas 100 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPPS) beneficiárias.

Ana Formigal destacou o papel que os voluntários desempenham ao longo da iniciativa, estando presentes em cada farmácia a fazer a recolha e a divulgar a importância que o Banco Farmacêutico tem para os seus beneficiários.

Cada farmácia está alocada a uma instituição, que pode ser um lar de terceira idade, um centro paroquial, uma casa de acolhimento de crianças em risco, e recolhe os medicamentos consoantes as necessidades específicas da associação.

"Se uma farmácia está a recolher para a Ajuda de Berço está a recolher coisas diferentes do que outra que está a recolher para a Comunidade Vida e Paz", exemplificou a responsável.

Segundo Ana Formigal, o objetivo é colmatar as necessidades e não haver excesso de produtos que não interessam à instituição, uma situação que as "pessoas valorizam muito".

Também "valorizam o facto de as farmácias estarem a receber para a instituição da sua área de influência", porque conhecem o trabalho da IPSS e "doam com mais facilidade e mais vontade", sublinhou.

Com esta iniciativa "estamos a abranger milhares de pessoas carenciadas", que de outra forma não tinham possibilidade de adquirir estes medicamentos.

Os medicamentos doados têm de ser novos, seguros, de qualidade e que não tenham saído do circuito do medicamento, ou seja, são apenas aceites medicamentos dispensados nas farmácias.

"Fomos pioneiros e continuamos sempre na linha da frente desta temática, porque não há muitas iniciativas deste género e é uma carência muito acentuada em Portugal", disse Ana Formigal.

A iniciativa nasceu "muito modestamente" há 10 anos nos distritos de Lisboa e Setúbal. Desde então, "temos vindo sempre a crescer, o que é importante porque conseguimos angariar mais medicamentos e alertar as pessoas para esta necessidade e envolver os voluntários no trabalho social", disse Ana Formigal.

Nas nove edições anteriores, o Banco Farmacêutico entregou um total de 82 mil medicamentos e produtos de saúde a diversas instituições de solidariedade social.

Em 2017 conseguiu angariar um total de 14.000 medicamentos, uma "subida bastante significativa face aos anos anteriores".

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