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Valongo investe mais 3,4 milhões no contrato de recolha de lixo

A Câmara de Valongo aprovou hoje, com os votos contra do PSD, aumentar em 3,4 milhões de euros o contrato de recolha de resíduos celebrado com a Ecorede em 2020, alargando desta forma o número de fogos abrangido.

Valongo investe mais 3,4 milhões no contrato de recolha de lixo
Notícias ao Minuto

16:50 - 07/07/22 por Lusa

País Valongo

O contrato inicial, que entrou em vigor a 1 de novembro de 2020, no valor de 25,8 milhões de euros mais IVA, para vigorar até 2030, previa, segundo a proposta hoje votada e a que a Lusa teve acesso, "a recolha porta-a-porta de resíduos urbanos indiferenciados em clientes residenciais e não residenciais (...), bem assim como a recolha seletiva porta-a-porta residencial de papel, embalagens, vidro e orgânicos em edifícios de alto e baixo porte".

"Este serviço de recolha seletiva porta-a-porta não abrangia, à data do procedimento pré-contratual, todo o município de Valongo", assinala a proposta, que dá conta ainda que "no ano de arranque do contrato, isto é, entre 1 de novembro de 2020 e 31 de outubro de 2021, a empresa não iniciou a recolha de apenas 6.000 fogos, tendo-se deparado com a necessidade de recolha em 8.020 fogos".

O pedido de "reposição do equilíbrio financeiro" feito pela Ecorede, lê-se no documento, "resulta num acréscimo estimado ao valor total do contrato de 3.745.355,00 euros mais IVA".

Assinala a autarquia liderada pelo socialista José Manuel Ribeiro que a empresa "compromete-se a empregar o número de meios humanos, materiais e equipamentos para fazer face aos correspondentes pedidos do município de Valongo, no âmbito do alargamento do projeto de recolha seletiva porta-a-porta, disponibilizando até ao quarto ano do contrato o número máximo de meios humanos, materiais e equipamentos, que estavam previstos para os nono e décimo anos do contrato".

Assim, os 13.000 fogos previstos no contrato para 2022 para a recolha de resíduos passam a ser, por força do aditamento contratual, 25.202, atingindo em 2023 o limite de 41.000 que se manterá até 2030.

Em resposta ao pedido de esclarecimento da Lusa, a câmara respondeu que o contrato "abrange todo o concelho, quer os 30% da população que já têm recolha seletiva porta a porta, quer a restante percentagem que coloca os resíduos nos 'moloks' e ecopontos".

"A proposta hoje aprovada visa antecipar em vários anos a cobertura integral do concelho com recolha seletiva porta a porta. O objetivo é ambicioso: antecipar para 2023 as metas inicialmente estabelecidas para 2030", acrescenta a autarquia.

[Notícia atualizada às 19h13]

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