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Família da menina que morreu no Funchal considera que "médicos falharam"

A avó da criança garantiu que a família irá "até às últimas consequências" para apurar responsabilidades.

Família da menina que morreu no Funchal considera que "médicos falharam"

A família de Lara - a menina de oito anos que morreu, no passado domingo, na sala de triagem do Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal - não acredita que os sintomas da menor tenham sido devidamente avaliados. 

Em declarações à TVI24, a avó da menina, Maria Gorete, garantiu que a família irá "até às últimas consequências" para apurar as responsabilidades da morte da criança. 

“Os médicos deviam ter-lhe dado mais atenção. Que eu saiba só lhe deram Brufen e Ben-u-ron”, adiantou a avó, acrescentando que a sua filha, a mãe de Lara, apenas vai "falar publicamente depois da autópsia”, que deverá ser realizada ainda esta terça-feira. 

A menina, que sofria de febre alta, foi vista primeiramente, no sábado, por um médico que lhe receitou uma medicação e lhe deu alta hospitalar. Lara acabou por morrer no dia seguinte, na sala de triagem do Hospital Dr. Nélio Mendonça, para onde tinha sido encaminhada de urgência após ter dado entrada no atendimento urgente do Centro de Saúde de Machico, a unidade da sua área de residência.

diretor do Serviço de Urgência Pediátrica do Hospital Dr. Nélio Mendonça, Manuel Pedro Freitas, referiu à Lusa que a criança foi observada como habitualmente, com um quadro clínico compatível com um quadro viral. "A criança foi corretamente observada, a medicação foi feita de acordo com a observação. Agora estamos à espera que haja uma autópsia para ver se esclarece alguma coisa (...). Das análises que nós temos parece mesmo ser uma situação viral, mas é difícil dizer o que terá acontecido", reconheceu.

O médico salientou ainda que no dia da observação "a Urgência estava muito calma", sem atrasos nas observações ou na prestação de cuidados médicos. "Não estamos a pensar nem em erro, nem em negligência. Está fora de questão", declarou.

Entretanto, o Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (Sesaram) está a averiguar as circunstâncias da morte da menina. 

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