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"Vou tentar apagar da minha memória tudo o que vi"

António Maio (Yamaha), um dos pilotos portugueses presentes no Rali Dakar de todo-o-terreno, mostrou-se "em choque" com a queda fatal de Paulo Gonçalves no decorrer da sétima de 12 etapas da edição deste ano.

"Vou tentar apagar da minha memória tudo o que vi"

"Vou tentar apagar da minha memória tudo o que vi e o que se passou depois, nesta que foi a etapa mais difícil da minha vida", escreveu na rede social Facebook, acompanhando com uma fotografia com Paulo Gonçalves, entre outros pilotos, num dia de treinos.

António Maio foi um dos pilotos que passou pelo local do acidente, revelando ter ficado "em choque" quando chegou ao acampamento.

"É com aquele piscar de olho e o desejo de "boa sorte" uns segundos antes de partires para a 7.ª etapa que te vou recordar para sempre! Um verdadeiro Homem, um ser humano fantástico e um piloto único! Obrigado Paulo por seres uma das minhas referências", escreveu o antigo campeão nacional de todo-o-terreno, que participa no Dakar pela segunda vez.

Paulo Gonçalves morreu hoje na sequência de uma queda durante a sétima de 12 etapas da 42.ª edição do Rali Dakar de todo-o-terreno, na Arábia Saudita.

De acordo com a informação da Amaury Sport Organization (ASO), o alerta foi dado às 10:08 horas locais, menos três em Lisboa.

Foi enviado de imediato um helicóptero que chegou junto do piloto às 10:16, tendo encontrado Paulo Gonçalves inconsciente e em paragem cardiorrespiratória.

"Depois de várias tentativas de reanimação no local, o piloto foi helitransportado para o hospital de Layla, onde foi confirmada a morte", referiu a organização.

Paulo Gonçalves participava no Dakar pela 13.ª vez desde 2006, ano de estreia na prova.

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