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Reforço do SNS. "É importante saber a continuidade nos anos seguintes"

O Presidente da República comentou, esta quinta-feira, o reforço do orçamento em 800 milhões para o Serviço Nacional de Saúde considerando-o "uma aposta forte" mas realçando que é importante saber que continuidade terá o programa em 2021 e nos anos seguintes.

Reforço do SNS. "É importante saber a continuidade nos anos seguintes"

No dia em que completa 71 anos, e durante uma visita a mais uma edição do Natal dos Hospitais em Alcoitão, Marcelo disse que o plano aprovado ontem em Conselho de Ministros que prevê um reforço da Saúde em 800 milhões é "uma boa notícia para todos os portugueses" e "uma aposta forte na saúde" com mais meios financeiros e mais meios humanos já a partir de 2020. 

"Ainda é preciso que o Orçamento seja aprovado. As pessoas que não pensem que amanhã ou depois de amanhã porque é aprovado só em fevereiro. Depois, por no terreno implica mais tempo até ao fim de 2020", lembrou aos jornalistas.

"É importante saber a continuidade desse programa para 2021 e para os anos seguintes e é importante saber se como se espera há o tirar proveito dessa aposta acrescida na melhoria de uma realidade que é uma grande conquista de abril", acrescentou. 

Quanto ao aumento de 0,3% da Função Pública, anunciado esta quarta-feira pelo Governo, o Chefe de Estado disse preferir "esperar para ver qual é a solução nesse domínio". E justificou: "Porque só olhando para o OE se pode perceber quanto é que há de subida por efeito da progressão nas carreiras e para quem e depois quanto é que há de eventual aumento adicional. Só depois de se ter o quadro geral no OE é que se pode ter uma opinião sobre isso"

Instado a comentar as eleições no Reino Unido, Marcelo vincou que "tudo o que permita uma saída com acordo é uma notícia razoável e mil vezes preferível a uma saída sem acordo".  "Tudo o que signifique que amanhã há condições para o reino Unido ir ter com a UE e dizer ‘temos este acordo’ é uma notícia muito apreciável", disse, lembrando o impacto disso na comunidade de portugueses que vive  e trabalha em território britânico. 

O Presidente adiantou ainda que vai ter um Natal "muito ocupado", com vários compromissos com instituições de solidariedade e fez um apelo aos portugueses para que nesta quadra, marcada por visitas aos familiares, pensem nos outros.

"Se bebem não devem conduzir, se conduzem não devem beber. Devem ter cuidado com elas próprias, com os seus familiares, e com os outros para que a taxa de sinistralidade não suba e que pensem que têm o direito a gozar o Natal e a Passagem do Ano, não têm direito a ceifar vidas ou a deixar prejuízos irremediáveis na vida de outras pessoas". 

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