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Governo português solidário com combate ao terrorismo no Burkina Faso

O Governo português lamentou hoje a morte de 14 civis, no domingo, no ataque a uma igreja no leste do Burkina Faso, expressando "total solidariedade" com o Governo do país, no combate ao terrorismo.

Governo português solidário com combate ao terrorismo no Burkina Faso

"Portugal expressa as suas mais sinceras condolências pela morte de 14 civis no leste do Burkina Faso e [manifesta] total solidariedade para com o Governo burquinense, reafirmando o seu empenho no combate ao terrorismo na região do Sahel", escreveu o Ministério dos Negócios Estrangeiros, liderado por Augusto Santos Silva, na página oficial na rede social Twitter.

Pelo menos 14 pessoas, incluindo "crianças", foram mortas no domingo, durante um culto religioso, na sequência de um ataque a uma igreja protestante em Hantoukoura, no leste do Burkina Faso.

"Mais de uma dúzia de pessoas que participavam na missa de domingo foram mortas durante um ataque à igreja protestante em Hantoukoura", disse à agência France Presse uma fonte da segurança na localidade, que fica na comuna de Foutouri, na fronteira com o Níger.

Este ataque, "relatado por volta das 12:00", foi perpetrado por "cerca de dez indivíduos fortemente armados", que "executaram friamente os fiéis, incluindo o pastor da igreja e as crianças", descreveu a mesma fonte.

Os ataques, atribuídos a grupos jihadistas, contra igrejas de diferentes credos aumentaram recentemente no Burkina Faso, um país pobre do Sahel, na África Ocidental.

Em 26 de maio, quatro fiéis foram mortos num ataque a uma igreja católica em Toulfé, uma cidade do norte do país.

No dia 13 de maio, quatro católicos foram mortos numa procissão em honra à Virgem Maria, em Zimtenga, também no norte.

No dia anterior, seis pessoas, incluindo um sacerdote, foram mortas num ataque durante a missa numa igreja católica em Dablo, um município da província de Sanmatenga, ainda no norte do país.

Em 29 de abril, seis pessoas foram mortas num ataque à igreja protestante de Silgadji, também a norte.

Em meados de março, o padre Joël Yougbaré, sacerdote de Djibo (norte), foi sequestrado por homens armados.

No dia 15 de fevereiro, o padre César Fernández, missionário salesiano de origem espanhola, foi assassinado no centro do Burkina Faso.

Vários imãs também foram assassinados por jihadistas no norte do Burkina Faso desde que os ataques começaram, há quatro anos.

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