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Governo promete camas para crianças da Kastelo "durante esta legislatura"

A ministra da Sáude, Marta Temido, apontou hoje que serão abertas mais camas de cuidados paliativos pediátricos na instituição Kastelo, situada em Matosinhos, "ainda durante esta legislatura".

Governo promete camas para crianças da Kastelo "durante esta legislatura"
Notícias ao Minuto

18:49 - 22/08/19 por Lusa

País Criança

"Não temos informação efetiva sobre a data em que consigamos abrir essas camas, mas tenho expectativa que seja ainda durante esta legislatura que vamos ter essas camas disponíveis para os meninos que precisam de cuidados paliativos pediátricos", referiu a ministra.

Marta Temido, que falava aos jornalistas em Braga, à margem de uma visita ao hospital local que em setembro deixa de funcionar como Parceria Público Privada (PPP) com o grupo Mello Saúde, e passa a integrar o Serviço Nacional de Saúde como Empresa Pública, foi confrontada com o facto de ter prometido há dois meses, numa visita à instituição Kastelo que iria alargar o número de camas daquela que é a primeira unidade de cuidados continuados e paliativos para crianças na Península Ibérica.

"Estamos a trabalhar no sentido de garantir o máximo de aproveitamento dessa capacidade instalada e temos expectativa de o conseguir num muito curto prazo", disse a governante que não precisou datas, mas garantiu estar "a falar de um horizonte temporal de um mês".

A 24 de junho, Marta Temido assumiu o compromisso de alargar o número de camas da instituição Castelo, localizada em Matosinhos, no distrito do Porto.

"É esse o compromisso, mais camas em breve", respondeu a governante aos jornalistas, depois de questionada se previa o aumento da capacidade da Kastelo, inaugurado há três anos.

A governante falava então à margem da cerimónia do terceiro aniversário do Kastelo que, entre outras atividades, assinalou a data com o lançamento do livro "Kasteláxia".

Nessa ocasião, perante o compromisso da ministra, a diretora da Kastelo, Teresa Fraga, mostrou-se feliz, acreditando que a abertura de mais camas será uma realidade.

"Fiquei feliz. A esperança é a única emoção que nos move, tenho esperança de que vão abrir mais camas e que vamos receber mais crianças a necessitar de ter qualidade de vida", frisou.

Teresa Fraga revelou ter 20 camas ocupadas e mais "cerca de outras tantas" encerradas.

Desde a sua abertura, a unidade de internamento acolheu 77 crianças e a de ambulatório 64. Portadores de doenças paliativas, ou seja, doenças que não têm cura, estas crianças podem viver muito tempo e chegar à idade adulta embora com limitações graves, explicou.

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