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Roupa rasgada e arranhões. Assim ficou polícia agredido na Amadora

As imagens não mostram o momento das agressões, mas sim o estado em que ficou o agente da autoridade após as mesmas.

Um agente da Polícia de Segurança Pública que, na terça-feira, se encontrava a fazer um serviço de gratificado no Centro Comercial Ubbo (antigo Dolce Vita Tejo), na Amadora, foi agredido por um homem que invadiu uma zona de acesso restrito.

Ao que o Notícias ao Minuto apurou, tudo aconteceu já ao final do dia, pelas 18h45. O suspeito, de 32 anos, entrou numa zona de acesso proibido que dava acesso à central de segurança e, perante a sua recusa em abandonar o local, os seguranças do centro comercial alertaram dois agentes da PSP que ali se encontravam a fazer serviço de gratificados.

Fonte policial contou ao Notícias ao Minuto que ao ser abordado pelos dois polícias, o homem tornou-se violento, tanto nas palavras, como nos gestos, tendo, inclusive, conseguido agredir um dos agentes da autoridade.

O vídeo que pode ver acima mostra o momento em que o homem já está deitado no chão a ser algemado, sendo também possível ver a cara e o pescoço de um dos agentes da PSP com marcas de agressão e o polo da farda rasgado.

Nas imagens vê-se também o suspeito a gritar e a insultar os agentes da autoridade, ao mesmo tempo que uma mulher o tenta acalmar, apesar de ela própria estar exaltada, garantindo que é polícia e que está indignada com aquele momento.

O suspeito, sabe o Notícias ao Minuto, tem um cadastro criminal que inclui acusações de violência, violência doméstica a duas ex-companheiras, roubos, furtos e ofensas à integridade física.

Quanto ao agente da autoridade foi assistido por elementos do INEM no centro comercial.

Quem já reagiu foi o Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública (SUP/PSP) que defende que o ministro da Administração Interna e o diretor-nacional da PSP devem "demitir-se".

"Este estado de direito democrático deveria sentir vergonha do que tem sido feito aos elementos da PSP", frisa Peixoto Rodrigues.

Nas redes sociais, as opiniões dividem-se entre apoiantes do polícia e do suspeito.

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