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Paulo Sande já teve alta hospitalar. "Foi um grande susto"

O cabeça-de-lista do Aliança já teve alta hospitalar e promete o regresso à campanha "o mais rapidamente possível". Quanto às causas do acidente, Paulo Sande admite algum "cansaço" e "fadiga".

Paulo Sande já teve alta hospitalar. "Foi um grande susto"
Notícias ao Minuto

22:12 - 15/05/19 por Ana Lemos 

País Acidente A1

À porta do Hospital Universitário de Coimbra, após ter tido altar hospitalar, o cabeça-de-lista do Aliança conversou com os jornalistas ainda visivelmente abalado com o "grande susto" que viveu esta tarde e com a camisa branca ensanguentada.

Tentando descrever o que aconteceu, Paulo Sande admitiu que estavam a regressar a Lisboa com alguma pressa devido aos compromissos relacionados com a campanha, mas garantiu que não seguiam em excesso de velocidade.

"Vínhamos de Coimbra e, de repente, o carro que o dr. Santana Lopes conduzia saiu da estrada e, aparentemente, demos uma ou duas cambalhotas. Felizmente que o automóvel ia devagar, não íamos a muito mais de 120 km/hora. Foi um grande susto", relatou aos jornalistas, revelando que no Hospital Universitário de Coimbra ambos foram submetidos a vários exames: "Fiz mais exames hoje do que nos últimos cinco anos. Despistaram tudo".

"O dr. Santana Lopes teve de ser desencarcerado, eu saí pelo próprio pé – o que não devia ter feito – mas por precaução imobilizaram-nos aos dois e trouxeram-nos para aqui [para o Hospital Universitário de Coimbra] e chegou-se à conclusão que está tudo bem", garantiu Paulo Sande, dizendo esperar que o presidente do Aliança também "saia ainda hoje" do hospital.

Questionado pelos jornalistas sobre o que terá provocado o acidente, que obrigou ao corte do trânsito na A1 no sentido Norte-Sul durante algumas horas, o cabeça-de-lista desabafou que "estas campanhas são duras".

“É verdade que a campanha tem sido muito cansativa. Um partido pequeno como o nosso, que leva o presidente a conduzir um automóvel e a fazermos estes quilómetros para traz e para a frente, hoje chegámos dos Açores, levantamo-nos às 5h, depois viemos aqui [a Coimbra], e tínhamos pressa também para chegar a Cascais... felizmente, o automóvel ia devagar e o acidente não teve mais consequências”, contou Sande.

Mas este "susto enorme" não vai vencer. "A campanha vai continuar. Amanhã de certeza que não faremos campanha, mas vamos continuar", assegurou, prometendo regressar "à estrada rapidamente. Tem que ser, a vida continua, há pouco tempo até às eleições - e o que interessa é discutir a Europa. Estas coisas acontecem a muita gente".

O despiste do carro em que seguiam Pedro Santana Lopes (ao volante) e Paulo Sande ocorreu pouco antes das 17h30, ao quilómetro 136 da A1 (no sentido Norte-Sul), obrigando ao corte do trânsito nos dois sentidos, entre as 18h30 e as 19h27, para o helicóptero aterrar e levantar. Santana foi helitransportado para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), enquanto Paulo Sande seguiu de ambulância.

[Notícia atualizada às 22h49]

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