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Antidepressivo recolhido em Macau já tinha sido retirado em Portugal

Lotes de um medicamento antidepressivo da farmacêutica portuguesa Bluepharma já tinham sido voluntariamente recolhidos do mercado em Portugal há cerca de três semanas, tendo o mesmo ocorrido agora em Macau.

Antidepressivo recolhido em Macau já tinha sido retirado em Portugal
Notícias ao Minuto

14:48 - 05/11/18 por Lusa

País fluoxetina

Segundo um comunicado emitido pela Autoridade do Medicamento (Infarmed) em meados de outubro, a farmacêutica recolheu lotes de fluoxetina por ter detetado "um resultado fora da especificação nos estudos de estabilidade", mas sem que tal comprometa a segurança de utilização do medicamento.

"Apesar de não parecer comprometer a segurança de utilização do medicamento, mas como medida de precaução, o Infarmed determina a suspensão imediata da comercialização" de dois lotes de fluoxetina Bluepharma de 20 mg, refere o comunicado.

Os lotes em causa são o L170713 e o L1707131.

Hoje, as autoridades de Macau anunciaram que vão recolher do mercado lotes do antidepressivo produzido em Portugal para "proteger a saúde pública".

Em causa está o "antidepressivo 'Fluoxetina Bluepharma 20mg Cápsulas', com número de lote L1707131, produzido pelo fabricante português Bluepharma-Indústria Farmacêutica, SA", que já terá sido recolhido voluntariamente pelo importador, pode ler-se no comunicado hoje divulgado pelas autoridades de Macau.

A decisão de se proceder à recolha do medicamento surge "após resultados dos testes de estabilidade terem confirmado que a qualidade padrão era inferior ao estabelecido".

O antidepressivo faz parte da convenção de medicamentos dos serviços de saúde de Macau, apenas fornecido aos utentes nas farmácias aderentes.

"De forma a proteger a saúde pública, os Serviços de Saúde solicitaram a exportadores e importadores e firmas de venda por grosso dos produtos referidos", bem como "às farmácias aderentes à convenção para procederem à recolha dos medicamentos em causa", refere-se mesma nota.

Contudo, sublinha-se no comunicado, "os utentes não devem parar a administração dos medicamentos antes de obtenção do medicamento substituto", mas sim "pedir informações junto de farmacêuticos, para eventual substituição", caso provenham do lote L1707131.

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