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Número de feridos em Monchique sobe para 39. Fogo "está a ceder"

No já habitual briefing, Patrícia Gaspar referiu que o fogo de Monchique está "globalmente estabilizado" e, neste momento, "não há frente ativas", apenas "pontos quentes" e "pequenas reativações". Além disso, muitos deslocados já estão a regressar às suas casas.

Número de feridos em Monchique sobe para 39. Fogo "está a ceder"
Notícias ao Minuto

20:07 - 09/08/18 por Pedro Bastos Reis 

País Incêndios

A 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, anunciou esta noite que o número de feridos causados pelo incêndio que lavra há sete dias em Monchique é agora de "39, sendo que 21 deles são bombeiros". E até ao momento, mantém-se apenas registo de um ferido grave.

No briefing habitual desde que o combate a este incêndio passou para o comando nacional, Patrícia Gaspar referiu que o fogo que começou em Monchique está "globalmente estabilizado", isto apesar das "várias reativações" que se registaram ao longo desta quinta-feira. 

"O incêndio tem estado a ceder, nas últimas 24 horas, às operações de combate. Neste momento, não temos frentes ativas, temos pontos quentes, temos tido pequenas reativações, que temos estado a responder prontamente com os meios que estão no teatro de operações", adiantou a 2.ª comandante operacional nacional da ANPC.

As autoridades estão agora a levar a cabo o processo de fazer com que as pessoas regressem a casa, apesar de muitas, admitiu Patrícia Gaspar, já terem voltado “espontaneamente”.

“Há algum regresso que está a ser feito. Queremos que este seja um processo estruturado, organizado e sobretudo [feito] em segurança”, sublinhou.

Durante a noite, a Proteção Civil espera uma redução da temperatura, sendo expectável que a humidade relativa chegue aos 80%. Outro fator positivo é o “desagravamento dos ventos”, no entanto, nota Patrícia Gaspar, “as reativações são o nosso grande risco atualmente”.

Para o dia de amanhã, sexta-feira, o risco de incêndio continua elevado na região do Algarve. O que faz com que as autoridades tenham “um cuidado redobrado com tudo o que vai acontecer durante a noite”.

“Vamos manter todos os meios no teatro de operações, todos os meios em vigilância, apoiados pelas máquinas de rasto, que neste tipo de operações fazem um papel preponderante”, garantiu.

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