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Guterres pede "contenção" para se evitar mais "sofrimento dos sírios"

O secretário-geral da ONU voltou a insistir na necessidade de uma investigação "aprofundada e independente" ao alegado ataque de armas químicas em Douma, na Síria. Reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU está a decorrer.

Guterres pede "contenção" para se evitar mais "sofrimento dos sírios"
Notícias ao Minuto

16:35 - 14/04/18 por Fábio Nunes 

Mundo ONU

Está a decorrer nesta altura a reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU relacionada com o ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e França a instalações onde alegadamente o regime sírio guardava armas químicas. 

António Guterres, secretário-geral da ONU, voltou a insistir na necessidade de "uma investigação aprofundada, independente e imparcial ao que aconteceu em Douma". 

Apontou que as Nações Unidas "não conseguiram verificar de forma independente" se esse ataque realmente aconteceu e referiu até que essa era uma das principais fraquezas do Conselho de Segurança: verificar o uso de ataques com armas químicas.

"Peço contenção a todos os membros nestas circunstâncias perigosas e para evitarem ações que escalem a gravidade do problema e que agravem o sofrimento do povo sírio", afirmou Guterres perante os membros do Conselho de Segurança. 

O secretário-geral da ONU disse ainda que "a Síria representa o principal problema para a paz mundial" nesta altura e que "é preciso encontrar uma solução política para a Síria".

O Conselho de Segurança está reunido desde as 11:00 locais (16:00 em Lisboa) a pedido da Rússia.

A Rússia, um aliado do regime sírio, é um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, o que lhe confere direito de veto.

Os outros quatro membros permanentes são os Estados Unidos, o Reino Unido, França e a China.

Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra três alvos associados à produção e armazenamento de armas químicas na Síria.

O ataque foi uma retaliação pelo alegado ataque com armas químicas lançado pelo regime sírio a 07 de abril contra a cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, nos arredores de Damasco, no qual morreram pelo menos 40 pessoas.

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