Hungria defende aceleração dos processos de adesão à União Europeia

A Hungria defendeu hoje que a União Europeia (UE) deve acelerar as conversações de adesão com os seis países dos Balcãs Ocidentais - Albânia, Bósnia-Herzegovina, Kosovo, Macedónia, Montenegro e Sérvia, se quer reforçar a sua segurança.

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Os seis países, frisou Peter Szijjarto, precisam de ser reforçados para enfrentarem novas vagas de refugiados "e a via mais rápida para os reforçar é oferecer-lhes acesso à UE".

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O ministro húngaro falava num encontro que reuniu em Varsóvia representantes dos países da Europa central e sudeste e dirigentes da UE, entre os quais a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

A Comissão Europeia afastou qualquer nova adesão antes de 2020.

"Devíamos alargar nos próximos cinco anos", disse Szijjarto, advertindo para consequências da lentidão nestes processos como "sérios riscos para a segurança e a economia".

O ministro propôs abrir três novos capítulos nas negociações com a Sérvia, abrir conversações com a Albânia e evitar o impasse com a Macedónia pela promoção de um entendimento bilateral com a Grécia.

Ao intervir, a chefe da diplomacia europeia apontou "progressos impressionantes" alcançados nesse processo desde o início do seu mandato, há dois anos, e manifestou o desejo de ver os processos de adesão numa fase "irreversível" antes de cessar funções, dentro de três anos.

 

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