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'Soldados-fantasma': As mortes não oficiais de militares russos na Síria

A Rússia terá militares no terreno na Síria, embora essa não seja a versão oficial.

'Soldados-fantasma': As mortes não oficiais de militares russos na Síria

A Rússia tem apoiado as forças de Bashar Al-Assad na Síria, combatendo quer rebeldes, quer jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico.

Esse apoio tem chegado via aérea, com bombardeamentos a diversas posições e também a zonas habitadas. Mas uma reportagem da Reuters revela que há, de facto, soldados no terreno.

A Rússia nunca assumiu que tinha elementos no terreno, mas a Reuters aponta o nome de pelo menos dois ‘soldados-fantasma’ que já morreram em combate, um em Aleppo, a 3 de fevereiro, Maxim Kolganov (na imagem); e outro em Palmira, a 9 de março, Sergei Morozov de seu nome.

As famílias destes dois soldados receberam medalhas em honra dos militares, pelo serviço prestado ao país. Curiosamente, nenhum deles estava oficialmente empregado no Estado, tendo viajado para a Síria com contratos privados.

A agência noticiosa afirma que estes soldados chegaram à Síria numa missão secreta promovida pelo Kremlin e que um dos casos a família de um dos militares abatidos em combate terá recebido cerca de cem mil dólares de indemnização.

Embora tenham contratos de mercenários, Moscovo terá assim um papel mais ativo no terreno do que afirma, com estes militares a coordenarem as suas operações com as forças armadas russas e tendo direito a privilégios que só são concedidos a militares russos.

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