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Visita de Biden foi "um marco" nas relações entre EUA e UE

A visita do Presidente dos EUA à Europa constitui "um marco" no relacionamento entre os Estados Unidos e a União Europeia e reafirma o "laço transatlântico", disse hoje, em declarações à Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros.

Visita de Biden foi "um marco" nas relações entre EUA e UE

"A visita de Joe Biden a Europa foi muito importante, foi um marco no relacionamento entre os Estados Unidos e a União Europeia. Recordo que o Presidente Biden participou na reunião informal do G7 no Reino Unido, depois participou na cimeira da NATO em Bruxelas e depois teve uma cimeira com os respetivos presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia", indicou Augusto Santos Silva.

Num momento em que Portugal garante, até ao final de junho, a presidência do Conselho da União Europeia, o chefe da diplomacia portuguesa frisou que o "sentido geral" da deslocação de Biden -- iniciada a 10 de junho e concluída na quarta-feira numa cimeira com o seu homólogo russo, Vladimir Putin --, "foi reafirmar o laço transatlântico, reafirmar a proximidade muito estreita entre os Estados Unidos e a União Europeia e sublinhar o seu compromisso com a segurança comum e também o compromisso com o estreitamento das relações bilaterais".

Nesta perspetiva, Augusto Santos Silva também destacou o facto de a União Europeia e os Estados Unidos terem concluído um acordo "que suspende por cinco anos as sanções recíprocas que os dois blocos estavam a dirigir um ao outro a propósito do conflito entre os auxílios à Airbus e os auxílios à Boeing".

Uma medida que, segundo o ministro, "dá tempo para se chegar a um acordo, que é necessário.

Numa referência à cimeira Biden/Putin que decorreu na quarta-feira em Genebra, o chefe da diplomacia portuguesa destacou a sua importância no atual momento das relações internacionais, caracterizadas por um aumento das tensões entre Moscovo e o bloco ocidental.

"Foi muito importante que os dois líderes pudessem falar face a face, foi muito importante para reafirmarem as suas posições e verem as áreas onde se pode trabalhar em conjunto, e foi muito importante a declaração conjunta de compromisso na segurança estratégica e a decisão que tomaram de fazer regressar aos seus postos os respetivos embaixadores, o embaixador americano em Moscovo e o embaixador russo em Washington", indicou.

"Tudo ficou claro, as divergências também ficaram claras, as condições de diálogo político também ficaram estabelecidas, e agora é preciso trabalhar na via que os dois Presidentes abriram", concluiu.

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