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É assim que está um hospital em Wuhan, epicentro do surto do coronavírus

População de Wuhan desespera para fazer análises, numa cidade de onde não podem sair.

Circula, esta quinta-feira, um vídeo recente do interior de um hospital na cidade de Wuhan, o epicentro do surto da pneumonia viral que já matou dezassete pessoas e infetou mais de meio milhar.

As imagens são desesperantes, com os corredores lotados de pessoas à espera de fazer análises clínicas, numa altura em que a cidade está em isolamento.

Recorde-se que as autoridades chinesas colocaram três cidades de quarentena de facto e mais duas sem transportes, num esforço inédito que visa travar a propagação de um novo tipo de coronavírus.

As entradas e saídas de Wuhan, a sétima maior cidade da China, com onze milhões de habitantes, e de duas cidades vizinhas, Huanggang e Ezhou, foram proibidas ao longo do dia de hoje, apanhando milhões de pessoas desprevenidas, na véspera do início das férias do Ano Novo Lunar.

Pouco depois, na cidade de Xiantao alguns meios de transporte foram interrompidos e em Chibi foram suspensos na totalidade.

O vírus foi inicialmente detetado no mês passado num mercado de mariscos nos subúrbios de Wuhan, que é também um importante centro de transporte doméstico e internacional, mas alastrou-se, entretanto, a vinte e cinco províncias do país.

Fora da China, foram já detetados casos no Japão, Tailândia, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, México e Macau.

A doença foi identificada como um novo tipo de coronavírus, semelhante à pneumonia atípica, ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que entre 2002 e 2003 matou 650 pessoas na China continental e em Hong Kong.

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