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Mulher com doença nos rins supera expectativas ao adotar dieta de frutas

Médicos disseram-lhe para não ter filhos. Hoje, tem uma filha de cinco anos.

Mulher com doença nos rins supera expectativas ao adotar dieta de frutas

Polina Petruk foi diagnosticada, há 12 anos, com glomeruloesclerose segmentar e focal, uma doença renal caracterizada pela cicatrização e endurecimento de um segmento de alguns glomérulos renais e que caso não seja tratado pode evoluir para insuficiência renal.

Na altura foi-lhe dito que a sua vida poderia nunca mais voltar a ser igual e Polina ficou chocada com a quantidade de medicamentos que lhe foram prescritos. Por isso decidiu procurar uma cura natural para a sua condição.

Adicionalmente, decidiu não dar ouvidos aos médicos que a desaconselharam a não ter filhos e, em 2012, deu à luz a sua primeira filha Maia, hoje com cinco anos.

"Comecei por testar qual seria o efeito no meu corpo se aumentasse a quantidade de comida crua que ingeria, bem como me sentiria se começasse a eliminar os produtos de origem animal. Rapidamente, comecei a perceber que andava melhor, a minha pressão arterial estava a estabilizar e os meus rins estavam a  filtrar melhor", conta ao Mirror.

Assim conseguiu melhorar o seu estado de saúde e deixou a medicação. "Contra todas as expetativas, estava a viver uma vida normal", afirma.

A acrescentar a isso, Polina recebeu a notícia que tanto desejava: estava grávida. O seu estado de graça, contudo, teve um efeito regressivo para a saúde dos seus rins que passaram a funcionar apenas a 70% após dar à luz.

Os alarmes soaram quando lhe disseram que teria de se submeter a quatro horas de hemodíalise, três vezes por semana, dado que os seus rins deixaram de conseguir funcionar sozinhos.

Decidiu então tomar uma atitude mais extrema e restringir a sua alimentação a frutas, comendo apenas ocasionalmente alguns vegetais e nozes.

A mudança teve novamente efeitos positivos e Polina submete-se agora apenas a duas horas de hemodiálise, duas vezes por semana. Uma situação que acredita que ainda pode melhorar.

A confiança é tal que Polina se recusa a entrar numa lista para transplantes de rins, até porque diz que não está disposta a sofrer os efeitos de uma possível rejeição. 

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