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Juiz do processo Lava Jato aceita ser ministro da Justiça de Bolsonaro

O juiz brasileiro Sergio Moro, responsável pelo processo Lava Jato, que levou à condenação do antigo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção, aceitou hoje ser ministro da Justiça na administração de Jair Bolsonaro.

Juiz do processo Lava Jato aceita ser ministro da Justiça de Bolsonaro
Notícias ao Minuto

14:34 - 01/11/18 por Lusa

Mundo Brasil

Moro deslocou-se ao Rio de Janeiro, onde se reuniu durante cerca de una hora e meia com o recém-eleito Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que já tinha revelado interesse em nomear o juiz como ministro de Justiça ou membro do Supremo Tribunal Federal do Brasil quando abrisse vaga.

"No final de uma reunião em que discutimos as políticas [a serem criadas] no ministério, aceitei o convite", disse em comunicado o juiz.

Antes do encontro com Bolsonaro, Moro afirmou que o Brasil precisa de uma "agenda anticorrupção", além de ter considerado "surpreendente" que o critiquem por conversar com "um Presidente que foi eleito por 50 milhões de pessoas".

Moro chegou ao Rio de Janeiro hoje de manhã, procedente de Curitiba, cidade do estado brasileiro do Paraná, onde dirigiu as investigações, em primeira instância, da "Lava Jato", que revelou desvios milionários que, durante uma década, envolveu a empresa estatal Petrobras.

No âmbito da operação "Lava Jato" foram presos importantes políticos e empresários, entre os quais Lula da Silva, condenado por corrupção e que se encontra a cumprir pena de 12 anos de prisão em Curitiba.

Bolsonaro, capitão do Exército na reserva ganhou as eleições presidenciais do passado domingo, com 55% dos votos, enquanto Fernando Haddad, indicado por Lula, teve 44%.

Após a segunda volta das eleições, Moro felicitou Bolsonaro e desejou "um bom Governo", destacando a importância de realizar "reformas para recuperar a economia e a integridade da administração pública".

O nome de Moro tem sido avançado pela comunicação social brasileira para integrar o próximo Governo do Brasil, mas o magistrado judicial negou sempre a possibilidade de entrar na política.

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