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Trump autoriza sanções contra países que interfiram nas eleições

Eleições intercalares para a câmara dos representantes e para o senado estão marcadas para novembro. Ordem executiva assinada por Trump prevê sanções automáticas para os países que interfiram no ato eleitoral.

Trump autoriza sanções contra países que interfiram nas eleições
Notícias ao Minuto

18:34 - 12/09/18 por Pedro Bastos Reis 

Mundo EUA

O presidente dos Estados Unidos assinou, esta quarta-feira, uma ordem executiva a autorizar a aplicação de sanções contra países estrangeiros que interfiram nas eleições norte-americanas, noticia a Associated Press.

Donald Trump tem sido criticado por não levar demasiado a sério a possibilidade de interferência de outros países nas eleições norte-americanas. A sua administração, aliás, tem estado debaixo de fogo devido ao alegado conluio com a Rússia nas presidenciais de 2016.

Segundo a agência EFE, a ordem executiva assinada por Trump decreta que Washington pode acionar sanções "automaticamente" caso descubra interferência estrangeira no processo eleitoral norte-americano. As eleições intercaleres, para a câmara dos representantes e para o senado, estão marcadas para novembro e são fundamentais para o rumo da política norte-americana nos anos que restam da presidência de Trump. Alguns analistas consideram mesmo que caso os Republicanos percam a maioria, Trump poderá enfrentar um processo de impeachment. 

A ordem executiva aprovada esta quarta-feira não visa nenhum país ou entidade em particular, mas o caso da Rússia será o mais sonante, tendo em conta as investigações em curso para perceber se Moscovo interferiu ou não nas eleições de 2016.

O conselheiro de segurança nacional norte-americano John Bolton, em declarações aos jornalistas, disse que a aprovação deste decreto mostra o compromisso de Trump com a segurança nacional e garantiu que o executivo norte-americano tudo fará para combater campanhas de desinformação online que visem influenciar o resultado das eleições intercalares. 

Também Dan Coats, diretor da Inteligência Nacional, congratulou-se com a aprovação do decreto e sublinhou que as ameaças não vêm só da Rússia, mas também da China, do Irão ou da Coreia do Norte. 

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