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Diz-se "feliz" por ter tido cancro da mama e explica os motivos

Chama-se Jo Bayles, tem 43 anos, e é uma mulher feliz depois de descobriu que tinha cancro.

Diz-se "feliz" por ter tido cancro da mama e explica os motivos
Notícias ao Minuto

09:09 - 12/08/18 por Filipa Matias Pereira 

Mundo Jo Bayles

Pode parecer surreal e até um pouco contraditório, mas depois de ter sido informada que tinha cancro, Jo Bayles, de 43 anos, diz-se feliz por ter contraído a doença e nunca se sentiu tão saudável. “Nunca, num milhão de anos, poderia imaginar que um dia ficaria feliz por ter cancro”, conforme descreve o britânico Metro.

Passaram-se três anos e meio desde que recebeu o diagnóstico que inicialmente a deixou em choque. Agora, volvido esse período, confessa que “ter uma doença com risco de vida” a fez “mais feliz do que era antes”.

Quando sentiu, pela primeira vez, que a mama direita estava desconfortável ao toque, Jo procurou o médico de família, mas acabaria por ficar relaxada quando este lhe garantiu que provavelmente se trataria apenas de um quisto.

Já em casa, Jo sentiu, enquanto estava deitada, uma “dor absurda na axila”, regressando uma terceira vez ao médico. Depois de realizar os devidos exames, nomeadamente mamografias e biópsias, teve de esperar “três semanas excruciantes pelos resultados”.

Em janeiro de 2015 chegaram as notícias devastadoras: tinha cancro de mama e este já estava metastizado nos nódulos linfáticos na axila. “Tinha a certeza de que ia morrer e deixar o meu parceiro Hadleigh e os nossos dois filhos, Stan, de nove, e Mack, de sete”.

Depois de passar os primeiros dias mergulhada na depressão, Jo olhou-se ao espelho e pensou: “Vamos lá ver quem consegue ser mais forte, cancro. Vou derrotar-te”.

Seis ciclos de quimioterapia se seguiram, depois de uma mastectomia para remover a mama direita. E, juntamente com o tratamento convencional, Jo decidiu mudar a sua visão sobre saúde e fitness. Começou, por isso, por tentar uma série de tratamentos complementares, incluindo acupuntura oncológica, massagem, reiki, aromaterapia, cristais e meditação.

“Concentrei-me em dormir bem, fazer exercícios, nutrição e em ter pensamentos positivos”. Nessa altura “comecei a pensar que tinha chegado aos 40 anos sem cuidar de mim. Estava stressada, letárgica e tinha de fazer um balanço da minha vida”. Jo optou ainda por cortar da sua alimentação “laticínios, açúcar, glúten, cafeína e álcool”.

Depois de procurar um personal trainer especializado em atletas com cancro, começou a trabalhar com ele. E em apenas três meses tinha restabelecido a sua confiança e o seu foco. Em novembro do mesmo ano, depois de realizar os devidos exames complementares de diagnóstico, Jo recebeu a boa notícia de que “estava curada”.

Finalmente estava em remissão e “a família próxima levantava copos de champanhe para celebrar”. Hoje, diz-se feliz por ter tido cancro e ter mudado o seu estilo de vida.

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