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Netanyahu: "Consagrámos na lei o princípio básico da nossa existência"

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que a aprovação da "Lei Básica da Nação-Estado" pelo parlamento representou "um momento decisivo na história do sionismo e do Estado de Israel".

Netanyahu: "Consagrámos na lei o princípio básico da nossa existência"
Notícias ao Minuto

12:25 - 19/07/18 por Lusa

Mundo Israel

"Consagrámos na lei o princípio básico da nossa existência", garantiu Netanyahu na sua página na rede social Facebook, referindo-se à controversa lei que consagra Israel como nação judaica, "lar nacional" do povo judaico e o hebraico como única língua oficial.

"Israel é o Estado-nação do povo judaico, que respeita os direitos individuais de todos os seus cidadãos. Este é o nosso Estado, o Estado judaico", afirmou o chefe do Governo.

O objetivo da lei "é garantir o caráter de Israel como o Estado nacional dos judeus, para definir na Lei Básica os valores de Israel como um Estado democrático judaico, no espírito dos princípios da Declaração de Independência", de acordo com um comunicado publicado na página da Internet do Knesset, parlamento de Israel.

Isto inclui o hino Hatikva (uma adaptação musical de um poema judaico sobre o retorno da população a Israel), a bandeira branca e azul com a estrela de David no centro, e a menorá (candelabro judaico) como símbolos do país, e o hebraico como língua oficial.

Segundo a rádio do exército, o presidente do parlamento, Yuli Edelstein, também afirmou em modo de comemoração que foi "feita história" com a aprovação de "uma das leis mais importantes que alguma passou pelo Knesset".

A lei já foi considerada por muitos como discriminatória para outras culturas e religiões no país, que vivem em Israel desde a sua criação, em 1948, e que representam cerca de 20% da população, como por exemplo os árabes israelitas.

"Ninguém acredita que o Governo se interesse pela nacionalidade nem pelo Estado de Israel", disse Shelly Yajimovich, deputada do partido oposicionista de centro-esquerda israelita, assegurando que a lei fomenta o "nacionalismo que odeia o próximo", segundo o jornal Yediot Aharonot.

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