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"É claro que não" era russo o míssil que abateu o MH17. Palavra de Putin

O Presidente russo, Vladimir Putin, assegurou hoje que o míssil que abateu o voo MH17 da Malaysia Airlines em 2014 sobre o leste da Ucrânia "é claro que não" era russo, ao contrário das conclusões dos investigadores internacionais.

"É claro que não" era russo o míssil que abateu o MH17. Palavra de Putin
Notícias ao Minuto

17:06 - 25/05/18 por Lusa

Mundo Presidente

claro que não", respondeu Putin, quando inquirido sobre se o míssil era russo ou não, durante uma conferência económica em São Petersburgo, no noroeste da Rússia.

Os investigadores internacionais divulgaram na quinta-feira as suas conclusões, segundo as quais "o míssil Bouk-Telar que abateu o MH17 veio da 53.ª brigada antiaérea baseada em Kursk, na Rússia",

"A 53.ª brigada faz parte das forças armadas russas", acrescentou Wilbert Paulissen, da Polícia Nacional Holandesa, um dos membros da equipa que investiga o caso, numa conferência de imprensa na Holanda, referindo que as conclusões foram tiradas após análise detalhada de imagens de vídeo e fotos.

Já o procurador holandês Fred Westerbeke disse que os investigadores têm "feito grandes progressos, com a identificação de cerca de 100 pessoas envolvidas no caso", mas disse também que a investigação "ainda não acabou".

Wilbert Paulissen subolinhou ainda que "não se pode confirmar por que o míssil foi lançado" contra o avião e também não quis divulgar os nomes das pessoas identificadas, mas disse que estas "serão levadas perante a justiça holandesa", que julgará o que aconteceu quando a equipa de investigadores terminar o seu trabalho.

Em setembro de 2016, os investigadores internacionais já haviam concluído que o míssil tinha sido lançado da Rússia, mas não disseram quem o havia disparado.

O voo MH17 saiu de Amesterdão, na Holanda, e tinha como destino Kuala Lumpur, na Malásia, quando foi atingido por um míssil sobre o leste da Ucrânia, a 17 de julho de 2014, matando todos os 298 passageiros e tripulantes a bordo.

A Rússia sempre negou o seu envolvimento no ataque ao avião.

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