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Como dizer 'não' ao desperdício alimentar e dar uma nova vida ao planeta

Por vivermos num mundo de excessos, especialmente no que diz respeito ao consumo, está mais do que na hora de evitar o desperdício. E nada melhor do que começar com a alimentação.

Como dizer 'não' ao desperdício alimentar e dar uma nova vida ao planeta
Notícias ao Minuto

07:44 - 22/10/17 por Daniela Costa Teixeira

Lifestyle Dicas

Nos dias que correm, há uma palavra que faz cada vez mais eco e que tem um impacto cada vez mais negativo na saúde do planeta: desperdício. Seja confecionada em casa ou comprada num restaurante próximo, a comida dá quase sempre origem ao desperdício e, no total, estima-se que sejam desperdiçadas 1,3 mil milhões de toneladas de comida por ano. Muito, certo?

Evitar o desperdício depende de cada pessoa, de cada casa e de cada consciência. Comer em menores quantidades seria uma opção prática e eficaz também para a saúde humana, mas existem outras estratégias igualmente eficazes e até mesmo mais criativas e sustentáveis.

Recorrendo ao documentário de Tanya Beckett, 'The Business of World Wast' (o negócio do desperdício alimentar, em tradução livre), a BBC lista aqueles que são os truques mais certeiros para dizer 'não' de vez às sobras e à comida deitada ao lixo.

O primeiro passo a dar, escreve a publicação na sua página online, passa por dar uma nova vida à comida que resta das refeições. Na prática, tanto as sobras como os alimentos estragados ou fora de validade podem ser usados (e, em alguns casos, já são) como combustível, uma alternativa sustentável que faz uso dos restos orgânicos para gerar energia.

E por falar em alimentos não comestíveis, há ainda a possibilidade de transformar a comida estragada como sustento de insetos. A start-up britânica Entomics recorre aos alimentos podres para alimentar e reproduzir larvas de mosca, que podem ser usados na alimentação das aves, peixes e até mesmo animais de estimação, diz a BBC, que destaca ainda que estes alimentos podres podem ser usados como fertilizante.

Tal como já acontece em Portugal, a venda de frutas e vegetais 'feios' a um preço mais acessível é uma outra forma bastante eficaz de salvar a vida do planeta e de melhorar a 'saúde' económica dos consumidores. Estes alimentos 'feios' podem ainda ser transformados em 'chips' e snacks saudáveis, um negócio que tem sido um sucesso.

E como o combate ao desperdício é isso mesmo, um negócio, a start-up Celbius recorre aos alimentos naturais que já não podem ser ingeridos para obter pigmentos mais concretos e saudáveis, uma forma de combater o excesso de restos, mas também de adquirir corantes mais sustentáveis, pois o processo requer menos energia e um menor uso de químicos.

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