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Sinais de demência podem ser detetados até nove anos antes do diagnóstico

Novo estudo, feito no Reino Unido, tentou perceber se é possível encontrar alterações na função cerebral antes do início dos sintomas de demência.

Sinais de demência podem ser detetados até nove anos antes do diagnóstico
Notícias ao Minuto

09:54 - 14/10/22 por Notícias ao Minuto

Lifestyle Demência

Todos os dias são publicadas novas descobertas sobre demência e as suas consequências. A mais recente, chega do Reino Unido, onde uma equipa de investigadores afirma que é possível detetar sinais de demência até nove anos antes de um diagnóstico oficial. 

Trata-se do resultado de um estudo, publicado na revista científica Alzheimer’s & Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association, que tentou perceber se é possível encontrar alterações na função cerebral antes do início dos sintomas de demência.

Para fazer esta investigação foram utilizadas informações recolhidas pelo UK Biobank, uma base de dados biomédicos com informações genéticas, estilo de vida e saúde de meio milhão de pessoas no Reino Unido. 

Leia Também: Mulheres mais em risco de Alzheimer? Investigadores explicam

Aliás, para este estudo também foram recolhidos os resultados de uma série de testes, que analisaram capacidades como resolução de problemas, memória, tempos de reação e força de preensão, assim como outros dados sobre mudanças de peso e número de quedas. Tudo isto é referente a um período, entre cinco e nove anos, antes do diagnóstico.  

Pessoas que, mais tarde, foram diagnosticadas com Alzheimer, tiveram os piores resultados nos testes que incluíam resolução de problemas, tempos de reação, memorização de listas de números, memória prospetiva e correspondência de pares. O mesmo aconteceu com pessoas que desenvolveram uma forma mais rara de demência conhecida como demência frontotemporal.

Além disto, as pessoas que desenvolveram esta doença estavam mais vulneráveis, quando comparadas com adultos saudáveis, ​​a sofrer uma queda nos 12 meses anteriores. 

"Este é um passo para que possamos rastrear as pessoas que correm maior risco - por exemplo, pessoas com mais de 50 anos ou que têm pressão alta ou não fazem exercício suficiente – e intervir em um estágio inicial para ajudá-los a reduzir o risco", Tim Rittman do Departamento de Neurociências Clínicas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e um dos autores do estudo, em comunicado. 

Leia Também: Medicamento para a diabetes diminui risco de Alzheimer

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