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Afinal, qual é o método anticoncecional mais seguro?

Regra geral, os métodos que utilizam hormonas para impedir a ovulação – e, por consequência, a gravidez – são considerados os mais confiáveis.

Afinal, qual é o método anticoncecional mais seguro?
Notícias ao Minuto

09:00 - 23/07/19 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Métodos anticoncecionais

A pílula anticoncecional, por exemplo, tem uma eficácia superior a 99% quando tomada corretamente. Fazem parte da mesma família o anel vaginal e o adesivo transdérmico, que libera hormonas ao ser aplicado na pele - sendo estes a nível de percentagens os métodos mais eficazes contra uma possível gravidez.

Entretanto, esses métodos têm um ponto fraco: nenhum deles impede a infeção com as chamadas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), especialmente a SIDA. Por enquanto, a única forma de se prevenir é usar o preservativo (masculino e feminino), que têm uma eficácia de 95% para evitar gravidezes indesejadas.

Bem menos confiáveis são os chamados métodos ‘naturais’. O o coito interrompido, consiste em retirar o pénis da vagina antes da ejaculação – o problema é que o líquido que lubrifica o pénis já pode conter espermatozoides.

O segundo, a ‘tabela’, está dependente da mulher menstruar sempre num período determinado, o que tantas vezes não acontece.

Há ainda um último grupo de anticoncecionais bem mais radicais: as cirurgias. Estas podem interromper o caminho do óvulo ao útero (a ligadura das trompas, no caso da mulher) ou evitar a presença de espermatozoides na ejaculação (a vasectomia, para o homem).

“São opções definitivas, porque a operação de reversão é difícil e nem sempre bem-sucedida”, diz o ginecologista Jorge Villanova Biazús, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS), no Brasil, em declarações à revista Abril.

A verdade é que opções não faltam, mas de todos os métodos, os preservativos são os únicos que protegem tanto o homem como a mulher de doenças transmitidas pela via sexual.

DIU

O que é: Plástico com cobre em forma de T, inserido no útero através da vacina. Dificulta a passagem do espermatozoide e impede que o óvulo fecundado se fixe na parede do útero.

Vantagens: Inibe a menstruação em 80% dos casos. Pode ser uma boa opção para mulheres que sentem enjoos com pílula.

Desvantagens: Não protege contra DSTs e pode sair do útero sem que a pessoa se dê conta. Para algumas mulheres, a colocação incomoda.

Métodos ‘naturais’

O que são: Os mais famosos são o coito interrompido, quando o homem retira o pénis da vagina antes da ejaculação, e a ‘tabela’, que consiste em não fazer sexo durante o período fértil da mulher.

Vantagens: São métodos naturais, sem a presença de hormonas ou barreiras físicas.

Desvantagens: Não protegem contra DSTs e são muito pouco confiáveis. No caso do coito interrompido, pode haver espermatozoides antes da ejaculação no líquido que lubrifica o pénis. Relativamente à ‘tabela’, a margem de erro do período fértil é grande e as falhas são comuns.

Anel vaginal

O que é: Um anel colocado no fundo da vagina que liberta hormonas para impedir a gravidez. A cada mês, o anel é removido por uma semana, permitindo menstruação normal.

Vantagens: Alta eficiência. Os efeitos colaterais e a ocorrência de hemorragias irregulares são mínimas.

Desvantagens: Não protege contra DSTs. Algumas mulheres podem apresentar irritação na vagina, com aumento de secreção.

Diafragma

O que é: Anel com película de borracha que barra a entrada dos espermatozoides do útero. É inserido na vagina antes da relação e retirado até 12 horas depois.

Vantagens: Não exige pausa na relação sexual para ser colocado. A mulher pode pôr o diafragma horas antes do encontro.

Desvantagens: Não protege contra DSTs. Tem baixa eficiência se não for usado com outro anticoncecional, como um espermicida (que mata espermatozoides).

Pílula

O que é: Comprimido que interrompe a ovulação por meio da ação de duas hormonas. As mais comuns são a pílula de uso contínuo, tomada por três semanas a cada mês, e a pílula do dia seguinte, usada até 72 horas após a relação sexual

Vantagens: Quando bem utilizada, possui uma eficiência superior a 99%, além de diminuir o sangramento durante a menstruação.

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