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Perigo na casa de banho? Sim, deve (mesmo) lavar as toalhas mais vezes...

Para além do prazer inigualável de uma toalha perfumada, existe mais uma razão para se preocupar com a questão da limpeza: os fungos e bactérias. Atenção! Porque eles andam aí.

Perigo na casa de banho? Sim, deve (mesmo) lavar as toalhas mais vezes...
Notícias ao Minuto

14:00 - 18/09/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Tenha medo

De acordo com uma reportagem divulgada pela BBC News, os cientistas afirmam que as toalhas que usamos diariamente para secar as mãos, o rosto ou o corpo são locais de cultivo de todo tipo de bactérias e fungos, além de acumularem células de pele morta e secreções salivares, anais e urinárias.

Para piorar, as toalhas também podem acumular ácaros e outros agentes prejudiciais à saúde.

Esses pedaços de tecido são ambientes ideiais para a proliferação dessas bactérias, pois potenciam muitas das condições indispensáveis para garantir a vida dos micróbios, entre elas água, temperatura alta e oxigénio.

Na toalha e no corpo

O nosso corpo também apresenta as mesmas condições ideais para a proliferação de bactérias e fungos – já que estamos cobertos por microorganismos dos pés à cabeça.

Ou seja, quando se seca com a toalha, os micróbios e secreções do próprio corpo depositam-se no tecido.

Os resíduos celulares, juntamente como o oxigénio do ambiente, servem de alimento para os micróbios. E a humidade constante da casa-de-banho favorece a sua sobrevivência e reprodução.

Mais ainda, as toalhas também podem acumular micróbios que estão presentes no próprio WC.

O perigo (também) está dentro de casa

Estudos realizados em hospitais confirmam que as toalhas e os lençóis são veículos para a disseminação de vírus e bactérias.

Apesar de, comparativamente, as residências privadas não serem ambientes de alto risco, é certo que as toalhas podem se transformar num problema.

Uma pesquisa realizada pela revista Women's Health em 2015 sugeriu que 44% das mulheres trocavam os lençóis e toalhas uma vez por semana. Mas 47% faziam isso apenas duas vezes por mês ou menos.

"Não há dados científicos para determinar com exatidão com qual frequência devemos trocar lençóis e toalhas", disse em declarações à BBC a cientista Sally Bloomsfield, especialista em doenças infeciosas e consultora do Fórum Científico Internacional de Higiene do Lar.

Porém, acrescenta a especialista, há provas de que existem riscos de infeção dentro de casa – que incluem, desde infeções na pele até a uma variedade de doenças como as causadas pelas bactérias Escherichia coli ou Staphylococcus aureus.

Como reduzir os riscos

Em primeiro lugar Bloomsfield desaconselha a partilha de toalhas, especialmente de toalhas de mão, assim como outros objetos relacionados à higiene pessoal.

"Os tecidos húmidos são um refúgio especial para estes organismos prejudiciais", alertou a investigadora.

"Tem que secar as toalhas completamente, e não deve usá-las mais do que três vezes. Este é o máximo de vezes", aconselha Philip Tierno, microbiólogo e patologista da Escola de Medicina da Universidade de Nova York em entrevista para a publicação Business Insider.

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