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Conferência luso-angolana em Lisboa adiada por dificuldades de agendas

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que a conferência empresarial luso-angolana prevista para dia 27 deste mês, em Lisboa, foi adiada por dificuldades de agendas, incluindo da sua parte.

Conferência luso-angolana em Lisboa adiada por dificuldades de agendas
Notícias ao Minuto

17:46 - 13/03/18 por Lusa

Economia Marcelo

Questionado pelos jornalistas sobre este assunto, em Atenas, onde se encontra em visita de Estado à Grécia, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu que "não foi um cancelamento, foi um adiamento", e desdramatizou a situação.

"Havia dificuldades de agendas. Eu próprio tinha uma dificuldade de agenda minha, como verão na ocasião, porque surgiu um outro compromisso. Havia várias dificuldades de agendas e, portanto, houve um adiamento, não um cancelamento", justificou.

De acordo com o chefe de Estado, esta conferência, da iniciativa da Câmara de Comércio Portugal-Angola, com empresários portugueses e angolanos, "certamente existirá" e a normalização das relações entre os dois Estados "não está em causa".

"Não foi possível exatamente nesta data. Estes meses, de repente, ficaram muito cheios em termos internacionais, com uma série de compromissos no final de março, abril, maio, até junho. Portanto, há problemas de agenda, e compatibilizar várias agendas às vezes não é fácil", reiterou.

Na sexta-feira passada, numa cerimónia sobre os seus primeiros dois anos em funções, no Palácio de Belém, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou a realização desta conferência e defendeu que uma visita sua a Angola deve ser "a última etapa de um processo que está em curso", atualmente ao nível ministerial.

"Há etapas que têm de ser preenchidas. Eu penso que é muito importante a etapa que estamos a viver, que é a do relacionamento entre responsáveis governativos a nível ministerial", começou por responder Marcelo Rebelo de Sousa.

Segundo o chefe de Estado, "depois, haverá um passo seguinte, normal, que tem a ver com o poder executivo, que é o que respeita ao primeiro-ministro".

"Portanto, eu penso que em termos lógicos a visita presidencial a Angola deve ser a última etapa de um processo que está em curso mas tem de seguir as várias etapas", concluiu.

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