Numa atualização das previsões de crescimento das principais economias mundiais, a agência de 'rating' afirmou que a "decisão do Governo chinês de relaxar totalmente as medidas de prevenção contra a Covid-19 vão, naturalmente, impulsionar a atividade económica".
A segunda maior economia do mundo cresceu 3%, no ano passado, o segundo nível mais baixo em pelo menos quatro décadas, refletindo o impacto da política de 'zero Covid' e a crise de liquidez no setor imobiliário.
As autoridades chinesas ainda não anunciaram a meta de crescimento económico para este ano. Isso deve ser feito este domingo, pelo primeiro-ministro cessante, Li Keqiang, na abertura da sessão anual da Assembleia Popular Nacional, o órgão máximo legislativo do país.
A Moody's também previu que Pequim estabeleça uma meta de inflação de "cerca de 3%" e que o índice de preços ao consumidor, que em 2022 subiu 2%, segundo dados oficiais, aumente 2,3%, este ano, e 1,9%, em 2024.
Apesar do impacto positivo da reabertura do país, a agência continua a prever uma desaceleração do crescimento das economias do G-20, passando de 2,7%, em 2022, para 2%, este ano, e 2,4%, em 2024.
Leia Também: Moody's desce 'rating' da Nigéria para Caa1