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Bolsa de Lisboa em baixa com Greenvolt a cair quase 4%

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com 14 dos 15 títulos do PSI a caírem, liderados pelos da Greenvolt, que recuavam 3,89% para 8,89 euros.

Bolsa de Lisboa em baixa com Greenvolt a cair quase 4%
Notícias ao Minuto

10:26 - 22/09/22 por Lusa

Economia Mercado

Cerca das 09h35 em Lisboa, o PSI descia 0,64% para 5.746,70 pontos, com 14 'papéis' a desceram e um a subir de cotação, designadamente os da Galp que subiam 0,09% para 10,01 euros.

Às ações da Greenvolt seguiam-se as dos CTT e da EDP Renováveis, que se desvalorizavam 2,37% para 2,88 euros e 1,73% para 23,79 euros.

As ações da Corticeira Amorim, Semapa e Navigator eram outras das que mais desciam, designadamente 1,59% para 9,31 euros, 1,38% para 12,82 euros e 1,37% para 3,46 euros.

O PSI (Portugal Stock Index) é desde 21 de março o principal índice da Bolsa de Lisboa com uma primeira carteira composta por 15 das 19 empresas que integravam o antecessor PSI20.

Na Europa, as principais bolsas europeias estavam hoje em baixa, depois da Reserva Federal dos EUA (Fed) ter subido na quarta-feira as taxas em 75 pontos base e anunciado que as mesmas vão continuar a subir.

Na sequência da decisão da Fed, o euro caiu para 0,9834 dólares, um mínimo desde novembro de 2002, e as taxas diretoras da Fed passaram a estar no intervalo entre 3% e 3,25%, o nível mais alto nos últimos 14 anos.

A Fed confirmou que vai continuar a subir as taxas de juro até que a inflação esteja controlada e antecipou que o preço do dinheiro alcance 4,4% em finais de 2022, acima do previsto em junho, e 4,6% em 2023.

Depois da decisão da Fed, os juros das dívidas soberanas acentuaram a escalada, estando os dos EUA a 10 anos a subirem para 3,54% e os da Alemanha a avançarem para 1,91%.

Os juros de Itália a 10 anos suavizavam a subida, mas continuavam acima de 4,12%, níveis próximos de máximos desde 2011, com os investidores pendentes das eleições do próximo domingo.

Conhecidas as decisões de política monetária da Fed, hoje os investidores vão estar pendentes das do Banco de Inglaterra, depois do Banco do Japão ter mantido hoje de madrugada as taxas de juro, apesar do iene se manter em mínimos face ao dólar.

No plano macroeconómico, a atenção vai estar posta no desemprego semanal dos EUA e na confiança do consumidor na zona euro.

Lisboa, 22 set 2022 (Lusa) -- A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com 14 dos 15 títulos do PSI a caírem, liderados pelos da Greenvolt, que recuavam 3,89% para 8,89 euros.

Cerca das 09h35 em Lisboa, o PSI descia 0,64% para 5.746,70 pontos, com 14 'papéis' a desceram e um a subir de cotação, designadamente os da Galp que subiam 0,09% para 10,01 euros.

Às ações da Greenvolt seguiam-se as dos CTT e da EDP Renováveis, que se desvalorizavam 2,37% para 2,88 euros e 1,73% para 23,79 euros.

As ações da Corticeira Amorim, Semapa e Navigator eram outras das que mais desciam, designadamente 1,59% para 9,31 euros, 1,38% para 12,82 euros e 1,37% para 3,46 euros.

O PSI (Portugal Stock Index) é desde 21 de março o principal índice da Bolsa de Lisboa com uma primeira carteira composta por 15 das 19 empresas que integravam o antecessor PSI20.

Na Europa, as principais bolsas europeias estavam hoje em baixa, depois da Reserva Federal dos EUA (Fed) ter subido na quarta-feira as taxas em 75 pontos base e anunciado que as mesmas vão continuar a subir.

Na sequência da decisão da Fed, o euro caiu para 0,9834 dólares, um mínimo desde novembro de 2002, e as taxas diretoras da Fed passaram a estar no intervalo entre 3% e 3,25%, o nível mais alto nos últimos 14 anos.

A Fed confirmou que vai continuar a subir as taxas de juro até que a inflação esteja controlada e antecipou que o preço do dinheiro alcance 4,4% em finais de 2022, acima do previsto em junho, e 4,6% em 2023.

Depois da decisão da Fed, os juros das dívidas soberanas acentuaram a escalada, estando os dos EUA a 10 anos a subirem para 3,54% e os da Alemanha a avançarem para 1,91%.

Os juros de Itália a 10 anos suavizavam a subida, mas continuavam acima de 4,12%, níveis próximos de máximos desde 2011, com os investidores pendentes das eleições do próximo domingo.

Conhecidas as decisões de política monetária da Fed, hoje os investidores vão estar pendentes das do Banco de Inglaterra, depois do Banco do Japão ter mantido hoje de madrugada as taxas de juro, apesar do iene se manter em mínimos face ao dólar.

No plano macroeconómico, a atenção vai estar posta no desemprego semanal dos EUA e na confiança do consumidor na zona euro.

As tensões geopolíticas mantêm-se depois do Presidente da Rússia, Vladímir Putin, ter anunciado na quarta-feira uma "mobilização parcial" de tropas russas para combater na Ucrânia e ter lançado ameaças nucleares.

No mercado das matérias-primas, o petróleo, que tinha subido na quarta-feira devido ao discurso de Putin, baixou hoje para valores inferiores a 90 dólares por barril na sequência dos anúncios da Fed.

Na quarta-feira, a Bolsa de Wall Street terminou em baixa, com o Dow Jones a descer 1,70% para 30.183,78 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro deste ano.

O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 1,79% para 11.220,19 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro do ano passado.

A nível cambial, o euro abriu em baixa, abaixo da paridade, no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 0,9834 dólares, um mínimo desde novembro de 2002, contra 0,9870 na quarta-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em novembro abriu com tendência descendente no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 89,64 dólares, contra 89,83 dólares na quarta-feira, depois de ter descido até ao mínimo de 88,00 dólares em 07 de setembro.

Leia Também: Bolsa de Lisboa abre a cair 0,62%

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