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Empresários portugueses querem um representante do AICEP na Venezuela

Os empresários luso-venezuelanos querem que Portugal nomeie rapidamente um representante da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), na Venezuela, para assessorar nos negócios, aproveitando os sinais de reativação da economia local.

Empresários portugueses querem um representante do AICEP na Venezuela
Notícias ao Minuto

06:22 - 06/08/22 por Lusa

Economia Comércio

"O Governo de Portugal tem que voltar a nomear um representante do AICEP na Venezuela", disse a presidente da Câmara Venezuelana Portuguesa de Comércio e Turismo (Cavenport).

Fátima de Ponte falava à Agência Lusa sobre a "reativação" da atividade comercial, no âmbito da flexibilização da pandemia da covid-19 no país e dos sinais de alguns sinais de melhoria da situação económica venezuelana que vários empresários dizem estar a acontecer.

"É muito importante essa nomeação, porque será o representante do AICEP quem intermediará nas alianças e assessorará os empresários que queiram vir (investir no país) ou que queira ir (investir em Portugal)", disse a presidente da Cavenport.

Segundo Fátima Ponte, o AICEP teve, até há poucos anos, "um funcionário" que se deslocava frequentemente até à cidade de Valência (Estado de Carabobo, 170 quilómetros a oeste de Caracas, onde nasceu a Cavenport) para falar com os empresários e realizava conferências, o que não acontece atualmente pela falta de representante.

"Ter alguém do ICEP servirá de motivação, ainda mais neste momento (de reativação económica) para que continuemos a trabalhar juntos, pela Venezuela e por Portugal, e para que os empresários tenham a confiança de que há uma câmara de comércio na qual se apoiarem", disse a empresária.

Fátima Ponte explicou que "está muito contente" porque na noite de quinta-feira houve um jantar, na cidade de Valência, em que participaram quase uma centena de empresários, alguns deles de Caracas, Maracay, Puerto La Cruz e Barquisimeto, entre outras.

"Somos, de momento, a única câmara binacional (portuguesa e venezuelana) ativa e acreditada também perante o Governo de Portugal. Projetamos realizar grandes fóruns nacionais (na Venezuela) para transcender, que os nossos empresários conheçam o suporte legal-jurídico, contábil e em importações que podemos dar", frisou.

Aos empresários de outras regiões venezuelanas, explicou que "este é o momento para investir" aproveitando "que a Venezuela está um pouco mais relevante".

"Isso nos incentiva a buscar, compartilhar, e este é o momento", frisou.

A Câmara Venezuelana Portuguesa de Comércio e Turismo (Cavenport) surgiu em março de 2007, resultante da fusão da Câmara Luso-venezuelana de Comércio e Turismo (CLV) de Caracas, e das Câmaras Portuguesas Venezuelanas de Comércio, Indústria e Afins (Caporven) dos Estados de Arágua e Carabobo.

Com sede em Caracas a CLV tinha sido fundada em 1973, reunido mais de 400 empresas.

A Caporven foi criada em 1996 e contava 425 empresas. Tinha sede na cidade de Valência (170 quilómetros a oeste de Caracas) e tinha duas filiais, Carabobo e Arágua.

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