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É preciso "desenvolver mais o comércio" entre Portugal e Macau

O ministro dos Negócios Estrangeiros português defendeu hoje a necessidade de "desenvolver mais o comércio" entre Portugal e a Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), já que "há um potencial económico" que está ainda por aproveitar plenamente.

É preciso "desenvolver mais o comércio" entre Portugal e Macau
Notícias ao Minuto

16:54 - 16/04/19 por Lusa

Economia Santos Silva

Augusto Santos Silva falava na conferência "O futuro de Macau na nova China", organizada pela Lusa, que está a decorrer no Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa.

"Nós temos que desenvolver mais o comércio entre Portugal e a região administrativa de Macau", afirmou Santos Silva, salientando que "há um potencial económico no relacionamento entre Portugal e Macau que está ainda por aproveitar plenamente".

O ministro dos Negócios Estrangeiros sublinhou que este é um objetivo que "é essencial ter presente".

Augusto Santos Silva disse esperar que "o processo que vive a Região Administrativa Especial de Macau continue a ser tão exemplar como até agora".

O processo de transição de Macau para a plena soberania chinesa, apontou, "é hoje estudado com um caso exemplar de boa colaboração entre Estados".

Outro dos objetivos é "aproveitar plenamente Macau como uma porta de entrada dos interesses portugueses na China e como porta de comunicação entre os interesses chineses e os interesses portugueses", acrescentou.

"A promoção da lusofonia é essencial, o caminho seguido nos últimos 40 anos na promoção do ensino português em toda a República Popular da China é muitíssimo relevante", prosseguiu o chefe da diplomacia portuguesa.

Além disso, Augusto Santos Silva defendeu a necessidade de aproveitar "plenamente o enorme potencial de Macau enquanto plataforma de cooperação" entre a República Popular da China, Portugal e os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

Esta plataforma de cooperação triangular "precisa agora de mostrar a sua autoridade através de projetos de investimento, de desenvolvimento concretos", salientou.

O ministro português referiu também o objetivo de "tirar todo o partido do facto de Macau ter uma posição muito central na Baía do Rio das Pérolas".

Augusto Santos Silva salientou que esta é uma das "grandes regiões de expansão", razão pela qual Portugal abriu um consulado em Cantão e vai abrir uma delegação da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

Macau esteve sob administração portuguesa até 20 de dezembro de 1999, quando foi integrado na China com o estatuto de região administrativa especial, que manterá até 2049.

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