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Governo lança concurso para troço do "metro bus" no Ramal da Lousã

O primeiro-ministro, António Costa, preside hoje em Miranda do Corvo à cerimónia de lançamento do concurso público da empreitada do primeiro troço do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).

Governo lança concurso para troço do "metro bus" no Ramal da Lousã
Notícias ao Minuto

06:08 - 04/02/19 por Lusa

Economia Miranda do Corvo

A sessão realiza-se às 11h00, nos Paços do Concelho desta vila do distrito de Coimbra, e conta também com a participação do ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.

O SMM, que há mais de duas décadas previa a instalação de uma rede de metro ligeiro sobre carris, no centenário Ramal da Lousã, e a criação de uma linha urbana em Coimbra, adota agora o modelo denominado "metro bus", à base de autocarros elétricos.

O lançamento do concurso para as obras do SMM foi agendado para hoje, em Miranda do Corvo, após o Conselho de Ministros ter aprovado, na quinta-feira, uma autorização de despesa no valor de 85 milhões de euros, sendo o projeto cofinanciado por fundos europeus na sequência da recente reprogramação do Portugal 2020.

Organizada pela Infraestruturas de Portugal, a sessão inclui a apresentação pública da nova versão do Sistema de Mobilidade do Mondego e o lançamento do concurso para as obras do primeiro troço do "metro bus", entre Alto de São João e Serpins, nos municípios de Coimbra e Lousã, respetivamente.

Durante mais de 100 anos, as populações de Lousã e Miranda do Corvo foram servidas pelo comboio que circulava no Ramal da Lousã, desmantelado e encerrado pelo último Governo de José Sócrates, em janeiro de 2010, para obras de instalação do metro, que foram suspensas algum tempo depois devido a problemas financeiros.

Ainda não é conhecido o futuro da sociedade Metro Mondego, que tem o Estado como acionista principal e que integra igualmente os municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, criada em 1996 para fazer avançar o projeto do metro.

O primeiro decreto-lei com este objetivo foi publicado há 25 anos pelo último Governo de Aníbal Cavaco Silva, em 1994.

Desde que o Ramal da Lousã foi encerrado, há nove anos, os utentes do antigo comboio passaram a ser transportados em autocarros de empresas privadas, ao abrigo de sucessivos concursos públicos, que já custaram à CP cerca de 10 milhões de euros.

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