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Trabalhadores da Efacec entregam caderno reivindicativo a pedir aumentos

Os trabalhadores da Efacec, que hoje estiveram reunidos em plenário na empresa, aprovaram um caderno reivindicativo que inclui um pedido de aumentos de 60 euros.

Trabalhadores da Efacec entregam caderno reivindicativo a pedir aumentos
Notícias ao Minuto

17:54 - 29/01/19 por Lusa

Economia Plenário

Fonte da Comissão Sindical do grupo explicou à Lusa que na reunião, que contou com 150 funcionários, foi decidido pedir "aumentos de 60 euros, duas pausas de 20 minutos por dia [por oposição às de 10 que agora existem]", bem como a resolução de um "problema com o subsídio de refeição, porque as pessoas que não vão comer à cantina não recebem".

O plenário aprovou ainda "uma moção para a reintegração imediata de todos os trabalhadores que estão no despedimento coletivo", ou seja, 21, que a empresa escolheu para sair.

A mesma fonte revelou também que os trabalhadores estiveram reunidos com a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) sobre esta questão, tendo em conta o recurso crescente ao trabalho temporário no grupo, ao mesmo tempo que a Efacec decide avançar com o despedimento coletivo.

O caderno reivindicativo chegará à administração da empresa esta quarta-feira, garantiu a mesma fonte, explicando que os trabalhadores irão pedir uma reunião no prazo de uma semana, para começar as negociações.

Depois disso, a Comissão Sindical quer discutir "uma carta de exigências, mais tarde depois da negociação do caderno", na qual "são exigidas as 35 horas semanais, pagamento de horas extra conforme a contratação coletiva e 25 dias de férias".

Caso as negociações não cheguem a bom porto, os trabalhadores convocarão outro plenário para decidir medidas a adotar, entre as quais está uma possível greve.

Em 10 de maio do ano passado, quando foi anunciado o despedimento coletivo dos 21 trabalhadores da área de transformadores de potência da Efacec, a administração da empresa de Matosinhos disse ter avançado com a medida porque os visados recusaram as "soluções de mobilidade e rescisões por mútuo acordo" que lhes foram propostas.

Esta posição foi reiterada mais tarde pelo presidente executivo da Efacec, Ângelo Ramalho, que em declarações à Lusa afirmou que o despedimento coletivo aconteceu porque "houve pessoas que não quiseram aproveitar as oportunidades que a empresa lhes proporcionou", salientando que a companhia tinha contratado 150 pessoas desde o início do ano, do total de 700 postos suplementares previstos no plano estratégico 2018-2020.

Em outubro, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (Site Norte) garantia que a Efacec continuava a viver um "clima de instabilidade, pressões e falta de informação".

Acusando a empresa de fomentar a "precarização dos vínculos laborais e a destruição da Efacec como empresa de referência", o sindicato disse estar a apoiar os trabalhadores abrangidos pelo despedimento, que estão a contestar a medida em tribunal.

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