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Orçamento do Porto: CDU quer fim da concessão de parcómetros

A CDU quer que o orçamento da Câmara do Porto para 2019 inclua a recuperação de espaços públicos, apoio ao movimento associativo, o resgate da concessão dos parcómetros e o fim do Fundo do Aleixo, foi hoje divulgado.

Orçamento do Porto: CDU quer fim da concessão de parcómetros
Notícias ao Minuto

14:08 - 12/10/18 por Lusa

Economia Partido

"Não impomos condições [para votar a favor do orçamento]. Estamos a propor o que defendemos para a cidade. Mas será essencial que se deem sinais claros de que alguma coisa vai mudar na gestão da cidade”, explicou a vereadora da CDU na autarquia, Ilda Figueiredo, em conferência de imprensa.

De acordo com a vereadora, a votação da CDU “dependerá sempre da resposta” da maioria liderada pelo presidente da Câmara às propostas apresentadas, “mas também da avaliação ao conteúdo global” do orçamento, que tem de passar pela Assembleia Municipal, onde o independente Rui Moreira não tem maioria.

Para a CDU, “é fundamental” tomar medidas para “aprofundar a correção do desenvolvimento desequilibrado da cidade”.

“Preparar o resgate da concessão de parcómetros e do sistema de estacionamento e mobilidade, pugnar pelo reforço e alargamento” do serviço da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) e a “resolução do Fundo Imobiliário do bairro do Aleixo” foram algumas das propostas apresentadas.

A CDU destaca ainda a necessidade de “definir uma estratégia planeada, a operacionalizar desde já”, para recuperar espaços públicos “com campos de jogos, parques infantis, equipamentos e espaços de convívio e lazer”.

“É preciso atenuar assimetrias e construir cidade”, frisou Ilda Figueiredo.

A CDU quer, “no imediato”, um plano para melhorar “as condições das ruas da cidade”, designadamente nos passeios, “da plantação de árvores em caldeiras vazias, da melhoria da iluminação pública”.

As propostas da CDU passam também por criar “um programa de reabilitação de habitação social” a partir de “edifícios municipais desocupados” e por “alterar o regulamento municipal e a matriz” da atribuição de habitações.

De acordo com Ilda Figueiredo, pretende-se igualmente melhorar “a limpeza urbana”, criar “um fundo de apoio à dinamização do movimento associativo popular”, apoiar as associações de moradores” ou alargar as 35 horas de trabalho semanais às “empresas municipais onde aquele horário não é praticado”.

Quanto à limpeza urbana, Ilda Figueiredo indicou ser preciso dotá-la “de mais equipamentos e mais trabalhadores com condições de trabalho dignas”, bem como “reverter a contratação da varredura a privados”.

Relativamente à “estratégia planeada de requalificação inclusiva urbana e paisagística”, a CDU apresenta já na reunião de terça-feira uma recomendação alertando para um “desenvolvimento urbano desigual” do espaço público envolvente a zonas habitacionais.

O documento, divulgado na conferência de imprensa, aponta para a “evidente falta de manutenção” de algumas zonas da cidade, “com passeios e outras infraestruturas já bastante degradadas”.

A CDU propõe, por isso, que sejam criados “espaços exteriores equipados para a promoção do lazer, recreio e desporto para todas as idades”.

O reforço da arborização, a salvaguarda da circulação pedonal e a dinamização cultural e desportiva são algumas das sugestões da CDU.

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