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Notas do Marítimo-Sporting: Rodrigo Pinho deixou leão em apuros

Avançado brasileiro, que parece estar de partida para a Luz, voltou a ser herói na Taça de Portugal e deu início ao pesadelo do Sporting.

Notas do Marítimo-Sporting: Rodrigo Pinho deixou leão em apuros

O Sporting caiu, na Madeira, naquela que era a caminhada para a final da Taça de Portugal. Os leões foram derrotados pelo Marítimo (0-2), na noite de segunda-feira, e ficaram arredados de uma competição que já haviam manifestado vontade de vencer. 

Rúben Amorim aproveitou o jogo nos Barreiros para fazer algumas alterações no onze, poupando alguns dos jogadores mais utilizados, mas acabou por pagar caro ter demorado tanto tempo a mexer na equipa.

Do outro lado, Milton Mendes apresentou um Marítimo muito competente no momento defensivo e extremamente eficaz na manobra ofensiva. 

Vamos aos protagonistas.  

A figura 

Rodrigo Pinho parece estar muito perto de rumar à Luz para vestir a camisola do Benfica, mas continua a ajudar o Marítimo a fazer uma boa campanha na Taça de Portugal. O avançado brasileiro já tinha sido decisivo nas últimas duas eliminatórias, ao marcar cinco golos, e voltou a ser letal na noite de ontem, dando início ao pesadelo do Sporting nos Barreiros. Dos sete golos do Marítimo na presente edição da Taça de Portugal, seis são da autoria de Pinho. 

Em termos individuais, o avançado de 29 anos elevou para 13 os golos apontados num total de 15 jogos disputados nesta temporada. 

A desilusão 

Tiago Tomás foi a aposta mais ofensiva de Rúben Amorim e até podia ter quebrado o nulo logo aos oito minutos de jogo. Não conseguiu bater Caio Secco, acertou em cheio na trave e perdeu uma grande oportunidade de ter tornado tudo mais fácil para os leões numa fase muito inicial da partida. Tentou redimir-se ao longo do jogo, mas pareceu sempre muito longe de poder fazer estragos. 

A surpresa 

O Sporting esteve mal a nível defensivo, mas não foi por culpa de João Palhinha. O médio defensivo foi um autêntico bombeiro de meio-campo e foi acumulando cortes e recuperações de bola. Mostrou, mais uma vez, ter uma capacidade física impressionante e nunca deixou de incomodar os jogadores do Marítimo. Só errou uma vez: perdeu a bola que deu origem ao primeiro golo insular. 

Milton Mendes

Mérito total para a forma como conseguiu apresentar uma equipa coesa a defender e perigosa a atacar. Fez algumas alterações no onze, mas não mexeu nas peças basilares e acabou por retirar dividendos disso mesmo. 

Rúben Amorim

Não poderá ser culpado de ter feito gestão na Taça de Portugal. O último jogo, na sexta-feira, tinha sido bastante desgastante devido ao mau estado em que estava o relvado da Choupana e o pouco tempo de descanso fazia antever alterações no onze. Pecou, porém, pela demora na hora de mexer. Só depois de Rodrigo Pinho ter marcado é que decidiu lançar os 'pesos pesados', mas já não foi a tempo de impedir a eliminação. 

O árbitro 

Manuel Oliveira contou com uma noite agitada num jogo que teve demasiadas faltas. Na primeira parte nota para um lance em que Luís Neto parece tocar a bola com a mão no limite da grande área. Manuel Oliveira esperou pela decisão do VAR e mandou seguir o jogo. Nos golos do Marítimo, os jogadores do Sporting queixaram-se de fora de jogo e o árbitro optou pelo mesmo procedimento: ouvir o VAR e validar os golos. 

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