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"Viagens", "fruta", "ameaças" e "cibercrime": Benfica arrasa FC Porto

Clube da Luz acusa os rivais de exercer "pressão" sobre a arbitragem, no seguimento das críticas de Francisco J. Marques.

"Viagens", "fruta", "ameaças" e "cibercrime": Benfica arrasa FC Porto

O Benfica fez, esta segunda-feira, uso da newsletter News Benfica para enviar uma resposta arrasadora às críticas tecidas, durante o fim de semana, por Francisco J. Marques à arbitragem do Boavista-Benfica e do Belenenses SAD-FC Porto.

Para o clube da Luz, "nunca, como nesta jornada, foi tão evidente a pressão exercida sobre as equipas de arbitragem de quem anseia desesperadamente por um regresso a um passado de triste memória".

"Dizer que só os burros e os estúpidos falam de arbitragem era toda a divisa de quem se habituou a decidir nomeações, a premiar com viagens e fruta os mais fiéis servidores e para quem o VAR só é bom, por exemplo, como aquele que existiu na famigerada meia-final da Taça da Liga da época passada", pode ler-se.

"No jogo que ficou marcado como um dos momentos mais negros do futebol português, ninguém ouviu o presidente e o treinador do FC Porto falarem do VAR, quando todos assistimos à falta sobre Gabriel que deu o primeiro golo ao FC Porto, à carga de Marega a anteceder o segundo golo ou à incrível anulação do golo do Benfica por um fora de jogo fantasma que daria o 2-2. Aí o VAR era exemplar e bom", prossegue.

Mas o Benfica não se fica por aqui e recorda, ainda, "todos os erros de arbitragem que permitiram que, na época passada, o FC Porto beneficiasse de mais dez pontos do que deveria ou, já este ano, dos erros que lhes trouxe vantagens nos jogos com V. Guimarães, Santa Clara e Portimonense".

"A pressão exercida nesta jornada antes, durante e após os jogos, está em linha com a célebre invasão do centro de treinos de árbitros, as ameaças sobre a progressão das suas carreiras, seus bens e seus familiares, o uso de material resultante do cibercrime para, deturpando-o, criar uma ficção, de quem, ano após ano, procura, através desta estratégia, compensar sucessivos insucessos desportivos e tapar os olhos aos seus associados sobre como foi possível chegar ao ponto de estar sob intervenção da UEFA e só ganhar um Campeonato e uma Supertaça nos últimos seis anos em 24 títulos e troféus possíveis", prossegue.

"O discurso do ódio, de levantamento de suspeitas contra tudo e contra todos, o querer responsabilizar sempre os outros pelas suas próprias falhas e pelos jogos menos conseguidos que naturalmente todas as equipas têm, em conjunto com a arrogância de quem, na época passada, com a vantagem adquirida já se assumia campeão, ou mesmo nesta já se gaba do mesmo, é o melhor exemplo para nós sabermos que, apesar da pequena vantagem obtida, nada, mas mesmo nada, está ganho e, até por experiência própria, ainda falta muito, mas muito, campeonato", remata.

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