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Mourinho, 'The Humble One', apresentado: "Não cometerei os mesmos erros"

Novo treinador do Tottenham admitiu que será impossível sagrar-se campeão este ano, mas virou o foco para 2020/21, sem esquecer Mauricio Pochettino.

Mourinho, 'The Humble One', apresentado: "Não cometerei os mesmos erros"

De regresso ao ativo quase um ano depois de ser demitido do comando técnico do Manchester United, José Mourinho foi, esta quinta-feira, formalmente apresentado como sucessor de Mauricio Pochettino no Tottenham. O treinador português falou dos planos para a equipa e recebeu uma nova alcunha: 'The Humble One', ao assegurar que sempre foi "humilde".

Pochettino: Há dois dias que estou a sorrir. Faço-o com um pouco de tristeza, mas tenho de falar sobre o Mauricio [Pochettino]. Tenho que lhe dar os parabéns pelo trabalho que fez. Este clube será sempre a casa dele. Este centro de treinos será sempre o centro de treinos dele. A porta estará sempre aberta para ele (...). Ele vai voltar a encontrar a felicidade. Ele vai voltar a encontrar um grande clube. Ele vai ter um grande futuro.

Tottenham: Do ponto de vista da felicidade, estou convencido de que fiz uma grande escolha. [Na escala de um a dez] Dou-lhe um dez. Por vezes, os resultados levam a estas decisões. O clube é enorme. Sei que tenho, potencialmente, um grande trabalho em mãos.

Porquê o Tottenham: Tinha um 'feeling' de que ia arranjar um clube a meio da temporada. Sabia que estaria numa situação em que teria um ou dois dias antes do meu primeiro jogo. Não posso chegar aqui e pensar que tem tudo a ver comigo. Tem a ver com os jogadores e com partir de uma base de estabilidade.

Um novo Mourinho: Não vou cometer os mesmos erros. Vou cometer novos erros. Não vou dizer que estou mais em forma. Estive sempre em forma (...). Do ponto de vista emocional, estou tranquilo, motivado e preparado, e penso que os jogadores sentiram isso nestes dois dias. Estou preparado e estou aqui para apoiá-los. Na vida, passas por períodos destes. Não tem a ver comigo, tem a ver com os meus jogadores e o meu clube.

Humildade: Eu sou humilde. Sou humilde o suficiente para tentar analisar a minha carreira. Não apenas o último ano, mas também os problemas e as soluções. O princípio da minha análise foi não culpar ninguém (...). Sempre fui humilde. O problema é que vocês não perceberam isso. Fui sempre humilde, mas à minha maneira.

Conselho que daria a Pochettino: Não sou ninguém para aconselhar as pessoas, mas ter uma pausa foi muito positivo para mim. Ter o primeiro verão em que não trabalhei não foi bom. Estava um pouco perdido. Mas foi bom, até aprendi a ser comentador desportivo.

Busca pela felicidade: Quando não venço, não fico feliz. Não posso mudar isso. Se ficas feliz ao perder jogos, será difícil seres um vencedor em qualquer momento na tua carreira. Mas o controlo emocional para manter a auto-confiança é muito importante.

Treinador de vários clubes: Penso que sou o Sr. FC Porto, o Sr. Real Madrid e Sr. de outros clubes. Sou do clube onde estou. Visto o pijama do clube e durmo com ele. Sou um homem do clube, mas sou um homem de vários clubes.

Planos para o mercado de janeiro: O melhor presente são os jogadores que estão aqui. Não preciso de novos jogadores. Só preciso de conhecer estes melhor. Conheço-os bem, mas nunca o suficiente antes de estar com eles (...). Disse aos jogadores que vim por causa deles. Tentei contratar alguns para clubes diferentes, e outros nem tentei porque sabia quão difícil era.

Estilo de jogo que pretende implementar: Será muito semelhante ao de antes. Claro que tentarei acrescentar detalhes, e, por vezes, os detalhes podem fazer a diferença. Progressivamente tentaremos deixar uma impressão digital. O estilo de jogo tem de se adaptar à cultura do clube e dos jogadores que aqui estão.

Quando estava no Chelsea disse que não treinaria o Tottenham: Sim, mas isso foi antes de ser despedido!

Vencer a Premier League: Não podemos vencer a Premier League este ano. Não digo que iremos vencê-la na próxima época, mas é possível.

Derrota na final da Liga dos Campeões afetou Pochettino: Não sei, nunca perdi uma final da Liga dos Campeões.

O que viu no Tottenham: O potencial do clube é enorme. A visão que o Sr. Levy [presidente dos spurs] me colocou à frente e a qualidade dos jogadores foram as principais razões quando decidi vir.

Primeiro treino no Tottenham: Não tem a ver comigo, tem a ver com os jogadores e com tentar encontrar estabilidade. Preciso de um bom controlo da intensidade das sessões de treino e encontrar alguma base de conforto para os rapazes.

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